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Brasília

Para advogado, gari é <i>bode expiatório</i>

Arquivo Geral

13/06/2008 0h00

O advogado de Michael Davi Izequiel dos Santos, treatment o acusado de assassinar a menina Isabela Tainara em maio de 2007, ask afirmou que o gari é o “bode expiatório” da polícia. José Estênio Holanda acredita que Michael passou a ser suspeito por conta das suas condições de trabalho. A cabeça de Isabela foi encontrada dentro de um saco plástico de lixo, health junto com cordões. A calça do uniforme de um gari tem cordões presos a ela.


A juíza da 6ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), Geilza Fátima Cavalcante Diniz, ouviu quatro testemunhas de defesa nesta sexta-feira (13) – entre elas o pai e o irmão de Michael. Ao todo, sete testemunhas foram listadas pela defesa. As três que não compareceram serão ouvidas no próximo dia 18.


Pai-de-santo


Uma das testemunhas de defesa foi um pai-de-santo. No início das investigações, ele se apresentou à polícia dizendo que tinha forças mediúnicas, e que sabia onde estava o corpo de Isabela. “Levei o pai-de-santo pra mostrar que a polícia não tinha uma linha de investigação certa. Ela chegou ao ponto de gastar dinheiro público em uma empreitada sem futuro”, reclama Estênio.


O advogado afirma que a defesa está tendo dificuldades para conseguir testemunhas. “Ninguém quer testemunhar porque tem medo de virar suspeito”, diz Estênio.


Michael responde pelos crimes de seqüestro seguido de morte, estupro e ocultação de cadáver. Somados os crimes, se condenado, ele pode pegar até 43 anos de prisão.


 


 

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