Menu
Brasília

Outorgas e novos benefícios para os produtores do Pipiripau

Arquivo Geral

27/11/2012 10h47

Duzentos e cinquenta usuários de água da Bacia Hidrográfica do Pipiripau, em Planaltina, vão receber nesta quarta-feira (28), as outorgas de direito de uso de água para suas atividades. Com a regularização, eles poderão usufruir plenamente de seus direitos de produtores, inclusive pleitear financiamentos bancários. A bacia já é alvo do programa “Produtor de Água”, que prevê investimentos de R$ 40 milhões nos próximos 10 anos.

 

Durante o evento, que será realizado ás 14,30 h no escritório local da Emater, autoridades do GDF e de entidades da União participarão do evento onde será assinado acordo técnico entre a ANA, ADASA e SEMARH, para a instalação e funcionamento da sala de situação do Centro de Operações de Água – COA e a viabilização do Programa Nacional de Qualidade da Água – PNQA no âmbito do DF.

 

Serão anunciados ainda os novos projetos aprovados no Programa Produtor de Água que resultarão na melhoria da qualidade da água; redução da erosão e da sedimentação; adequação ambiental das propriedades rurais e regularização da oferta de água, por meio da adequada alimentação do lençol freático.

 

A bacia hidrográfica do ribeirão Pipiripau, palco de tensões e conflitos pelo uso da água no período de seca, vem recebendo tratamento especial na gestão dos recursos hídricos, sob a coordenação da ADASA. Ocupando uma área total de 23.527 hectares, a bacia está localizada predominantemente no Distrito Federal (90,3%).

 

Nela, concentram-se diversas atividades de interesse da sociedade, como produção de frutas, grãos, carnes, lazer, proteção ambiental e captação de água para abastecimento de 180 mil habitantes de Planaltina (DF). As áreas utilizadas pela agricultura somam 13.337 hectares (71% da bacia). As propriedades do Núcleo Rural Santos Dumont, abastecidas pelo Canal Santos Dumont, estão entre os maiores usuários.

 

Com a instalação do Centro de Operações da Água – COA, a ADASA terá absoluto controle sobre a quantidade e a qualidade das águas disponíveis no DF, superficiais e subterrâneas.  Esse conhecimento da realidade hídrica garantirá à Agência maior controle sobre o uso racional desse bem que é finito e indispensável ao equilíbrio econômico e existencial da população.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado