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Brasília

Ousadia premiada

Arquivo Geral

26/11/2008 0h00


Com uma das mais fracas seleções da última década – que justifica-se pelo crescimento e surgimento de festivais no segundo semestre do ano, more about além da “safra ruim”, visit this segundo considerou um dos membros da comissão selecionadora –, recipe a 41ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerra, ao menos,  com a consagração do título mais ousado da mostra.

Considerado festival que propõe tendências ou abre espaço para uma discussão mais “cabeça” sobre o cinema, o evento premiou, ontem, em cerimônia do Cine Brasília, o único filme na competição de longas-metragens em 35mm que trazia um discurso de linguagem mais vigoroso. FilmeFobia, produção paulista do cineasta Kiko Goifman, foi o grande vencedor do Troféu Candango este ano.

Apesar de ficção, é um filme que se apóia na forma do documentário para criar um universo de pessoas fóbicas, expostas aos extremos de seus medos. O filme dividiu a opinião da crítica e público após a sessão, colecionando aplausos e vaias. O júri popular consolidou o documentário À margem do lixo, de Evaldo Mocarzel (premiado em 2005 na mesma categoria por À margem doconcreto).

Um júri equivocado, enebriado pela pesquisa desleixada do veterano diretor Geraldo Sarno, rendeu ao cineasta dois troféus pelo documentário confuso e mal-fundamentado Isto tudo me parece um sonho: melhor diretor e melhor roteiro.

Na categoria de curtas-metragens em 35mm, o melhor filme segundo o júri oficial foi Superbarroco, da pernambucana Renata Pinheiro.  Nos 16mm, o troféu de melhor filme foi para o paulista Célio Franceschet, por Cidade do tesouro.

O cinema brasiliense – que representava um terço de todos os filmes em competição – foi lembrado somente na categoria de curta em 35mm, com o prêmio do júri popular para Brasília (título provisório), de J. Procópio; e o de melhor roteiro para Clarissa Cardoso.   A produção local também foi premiada com o Troféu Câmara Legislativa, que escolhe os melhores do DF:  Se nada mais der certo (longa), A saga das candangas invisíveis (curta em 35mm) e A menina espantalho (curta em 16mm).

Veja o que o Nosso Júri achou dos filmes do festival no caderno Viva, da edição de quarta-feria do Jornal de Brasília.

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