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Brasília

Obras na Epig avançam com corredor exclusivo de ônibus e novo viaduto no DF

Investimento de R$ 160 milhões do GDF transforma via em moderno eixo de mobilidade com foco no transporte coletivo

Redação Jornal de Brasília

04/08/2025 18h38

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Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

As obras de modernização da Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig), no Distrito Federal, entram em fase decisiva, com a construção de pista exclusiva para ônibus, pavimentação em concreto e um viaduto no sentido do Eixo Monumental. Com investimento de R$ 160 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), os últimos trechos da via — entre a Quadra 3 do Setor de Indústrias Gráficas (SIG) e o Eixo Monumental — passam por ampla requalificação para se tornarem um novo corredor viário voltado à mobilidade urbana.

No trecho 5, já está em andamento a implantação da faixa exclusiva de ônibus no canteiro central, além da pavimentação em concreto das demais faixas. A região contará com três estações do BRT, promovendo melhor integração entre pedestres, ciclistas e o transporte coletivo. Já no trecho 6, um novo viaduto permitirá que motoristas em direção ao Plano Piloto passem por baixo do SIG e do Centro Empresarial Barão do Rio Branco, margeando o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) até alcançar o Eixo Monumental.

Antes marcada pelo uso irregular de calçadas e jardins como estacionamento, a área passa por requalificação urbana com criação de vagas formais, duas faixas de rolamento em cada sentido, retornos, ciclovias e paisagismo. O corredor exclusivo ligará Sol Nascente e Hélio Prates à Asa Sul, por meio da EPTG. “O objetivo é reduzir significativamente o tempo de deslocamento dos usuários do transporte público”, afirma o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro.

Segundo Casimiro, a obra prioriza o transporte coletivo, com a eliminação de semáforos e substituição por passagens inferiores para pedestres, além de viadutos ligando o Sudoeste, Epig, EPTG e Parque da Cidade. Apesar de interdições temporárias, ele garante que os resultados trarão mais fluidez e eficiência. Para o morador de Santa Maria, Rogério Siqueira, “essa obra é maravilhosa”, e a expectativa é de melhoria no tempo de trajeto. Eduardo Martins, empresário da Candangolândia, destaca o impacto positivo para a mobilidade urbana.

Atualmente, entre 290 e 350 trabalhadores atuam diretamente nas obras, com outras 100 a 150 pessoas envolvidas de forma indireta. Ao todo, cerca de 500 profissionais participam da execução do projeto, que representa uma das mais importantes intervenções de mobilidade do DF.

*Com informações da Agência Brasília

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