No dia 19 de janeiro de 2010, o Portal Clicabrasília divulgou a matéria “Homem mata membros de umbanda por serviço ter falhado” após apuração criteriosa.
Seguindo os preceitos de isenção, transparência e prestação do serviço informativo do Grupo Jornal de Brasília, o Portal divulga abaixo nota do senhor Sérgio Kunio Kawanami sobre a matéria.
Ressaltamos que não foi intenção do repórter ou do Clicabrasília ofender qualquer instituição religiosa e, caso tenhamos incorrido nesse erro, pedimos sinceras desculpas.
Atenciosamente,
Gustavo Torquato
Editor do Clicabrasília
www.clicabrasilia.com.br
gustavo.torquato@clicabrasilia.com.br
“Sobre a reportagem abaixo, como dirigente umbandista, ou, como muitos nos chamam, pai-de-santo, venho informar-lhe que:
1) A Umbanda é uma religião e como qualquer outra religião, não pratica amarrações, magias para separação, ou qualquer outra coisa para o mal de outras pessoas;
2) Umbanda não cobra nenhum tipo de trabalho.
Centros de umbanda sérios não dão atendimento por telefone, não cobram, não fazem trabalhos de amarração ou qualquer outra coisa do tipo. Não existe “trazer o amor de volta”, pelo menos, não na Umbanda.
Essas pessoas não passam de charlatões, que denigrem a imagem da Umbanda séria, tirando o dinheiro dos incautos.
As pessoas não se dirigiriam/dirigem a um padre ou pastor para pedir uma solução amorosa. Por que motivo dirigir-se-iam a um pai-de-santo, que nada mais são que sacerdotes na Umbanda?
Estamos em tempo de movimentos contra a intolerância religiosa. Ao mesmo tempo estão quebrando terreiros de candomblé, centros de umbanda e sinagogas Brasil afora.
Lutamos contra o teatro televisivo feito pelas “igrejas” neo-pentecostais, que acreditam que somos os representantes do Diabo na Terra.
Tentamos, seguir nosso Hino, que diz: “A Umbanda é Paz e Amor!”.
E ainda assim, somos confundidos pela mídia, que deveria esclarecer e nos auxiliar contra essas barbáries e tentativas de apartheid religioso, com charlatões e impostores, piorando ainda mais a situação.
Portanto, sugiro-lhe que retifique a nota, informando que tal ato não foi efetuado em uma casa umbandista, afinal, dizer que “membros de umbanda foram mortos” é incorreto. O correto seria: “charlatões foram mortos”, ou ainda, “artistas que enganam o povo foram mortos”, “golpistas foram mortos”, etc., pois, certamente, a única denominação totalmente improcedente é que Umbandistas foram mortos.
Atenciosamente,
Sérgio Kunio Kawanami
Dirigente GECPA
Grupo Espiritualista Caboclo Pena Azul
(41) 8836-9101
sergio@gecpa.com.br
www.gecpa.com.br“