Menu
Brasília

NAI conta com serviço que ajuda famílias de adolescentes aprendidos

Arquivo Geral

23/12/2013 13h08

O Núcleo de Atendimento Integral (NAI), da Secretaria da Criança, conta com um serviço de prontoatendimento, inaugurado em novembro, que oferece assistência às famílias dos adolescentes autores de atos infracionais apreendidos.

O serviço é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (SEDEST). A assistente social, Gislene Araújo, conta que o adolescente ao ser apreendido é atendido pela equipe do NAI, e sua família, recebe informações das políticas públicas do GDF e do governo federal, em que podem ser incluídas, dependendo de sua situação socioeconômica.

Entre outros, como se cadastrar no Bolsa Família, como receber cesta básica, como se inscrever nos cursos do Pronatec, do IFB e da Fábrica Social, como conseguir auxílio natalidade, e ainda, dependendo do caso, são encaminhadas o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Centro de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS).

De acordo com o agente social, Leovane Gregório, o objetivo é atender as famílias, informá-las sobre seus direitos e como podem ser atendidas nos programas do governo. Em dois meses, informa ele, foram realizados cerca de 50 atendimentos.

Ele ressalta que o serviço realiza o primeiro atendimento às famílias. “Isso é importante. Muitas delas chegam aqui, quando são avisadas de que o adolescente foi apreendido, sem informação e sem saber como proceder. Tivemos o caso de uma mãe que tem quatro filhos, e pela sua situação econômica, não sabia que podia requerer o Bolsa Família”, informa.

A coordenadora administrativa do NAI, Cláudia Parise, informa que a proposta de disponibilizar o serviço no núcleo, junto com a SEDEST, é oferecer um atendimento melhor e mais ágil aos adolescentes e seus familiares. “Quando eles são apreendidos e trazidos para o NAI, as famílias chegam desorientadas e confusas, e recebem todas as informações”, diz.

Ela comenta que as famílias são orientadas, o que significa a ampliação do atendimento que elas recebiam, já que eram encaminhadas diretamente para os serviços de assistência social. “Agora está mais efetivo e esta é a proposta”, conclui.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado