A comissão executiva da UnB responsável pela implantação do Museu de Ciência e Tecnologia de Brasília finalizou o plano museológico. O documento dá as diretrizes para a implantação do espaço e explica como o conteúdo do acervo será construído.
A proposta do museu começou a ser desenvolvida em 2005. Mas, remedy de lá para cá, adaptações foram feitas para atender à necessidade de sustentabilidade econômica. O prédio, por exemplo, será menor do que estava o previsto inicialmente. Terá 20 mil metros quadrados de área construída, metade do espaço planejado inicialmente. Para tanto, a comissão lançará no final de março edital para selecionar um novo projeto arquitetônico.
A área reserverda para a construção do Museu de Ciência e Tecnologia fica ao lado do Instituto de Biologia. “A ideia é readequar o projeto para garantir a sustentabilidade”, diz Cássio Laranjeiras, membro da comissão e professor do Instituto de Física.
O plano museológico traz ainda a missão do museu, os objetivos e as primeiras diretrizes de como serão encaminhadas as questões de gestão, segurança e comunicação. Também dá as linhas gerais sobre a formação do acervo especializado em ciência.
Até março, a comissão pretende finalizar o calendário de atividades para 2009. O plano de sustentabilidade – com a previsão de como o museu será mantido -, e a arquitetura institucional – que define os intrumentos legais para adequar o museu aos estatutos da UnB, serão apresentados oficialmente à Reitoria em março.
“A administração sinalizou que entende o projeto como prioritário. Será um grande elemento de articulação para toda a universidade, que vem para integração e divulgação da ciência”, afirma Laranjeiras. Segundo Monica Menkes, representante do Ministério da Ciência e Tecnologia que integra a comissão, 2009 será decisivo para o projeto. “Será um ano de consolidação de parcerias, definição de conteúdo e captação de recursos”, diz.