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Brasília

MP contesta ausência de licitação de empresa que administra o Hospital de Santa Maria

Arquivo Geral

27/03/2010 8h33

O contrato assinado entre o GDF e a Real Sociedade Espanhola de Beneficência, organização social que administra o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), está na mira do Ministério Público do DF. A promotora da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Saúde (2ª Prosus), Catia Gisele Vergara, move uma ação civil pública contra o governo local, contestando a ausência de licitação no processo. E não é só isso. O promotor da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos da Saúde (1ª Prosus), Jairo Bisol, cobra uma auditoria para saber se o serviço contempla o interesse público ou os da empresa.

Para Bisol, o HRSM não é um hospital, e segue a lógica financeira e não sanitária. “Aquele hospital tem contratos caros, que não justificam a relação custo-benefício”, ressalta. Jairo ainda salienta que o HRSM não cumpre a função sanitária de um hospital regional.

“Era para ser um empreendimento público, mas se consolidou como um hospital construído e gerenciado seguindo uma lógica de empresa privada, sustentada por uma fonte de dinheiro fácil (público), e que não equaciona como hospital regional”, diz.

 

Leia mais na edição deste sábado (27) do Jornal de Brasília.

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