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Brasília

Morre em Brasília o jornalista Ari Cunha

Arquivo Geral

31/07/2018 8h43

Reprodução/Diário do Nordeste

Morreu nesta terça-feira (31) em Brasília, o jornalista Ari Cunha, aos 91 anos. Ele faleceu em casa, ao sofrer uma falência múltipla dos órgãos. Ari ajudou a fundar o Correio Braziliense, jornal em que era titular da coluna “Visto, Lido e Ouvido”.

José de Arimathéa Gomes Cunha nasceu em 22 de julho de 1927 em Mondubim, no Ceará. A habilidade para a notícia e a escrita foi descoberta ainda criança. Com apenas 16 anos, trabalhou com revisor da Gazeta de Notícias, em Fortaleza. Ainda no Nordeste, passou pelo jornal Estado.

No Rio de Janeiro, iniciou no Bureau Interestadual de Imprensa e no International News Service. Passou pela Folha de Goiaz, em Goiânia. Em seguida, recebeu o convite para vir a Brasília e estabelecer o Correio Braziliense e a TV Brasília. Ari também assumiu a presidência do Banco Regional de Brasília (BRB), durante o governo de José Aparecido de Oliveira.

O jornalista deixa quatro filhos. O velório está previsto para a manhã desta quarta-feira (1°/8) e o sepultamento, para às 17h, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul.

O governador Rodrigo Rollemberg decretou luto oficial de três dias. Em nota, Rollemberg lamentou o ocorrido e disse que “todos nós perdemos”.

“Quem quiser escrever sobre a história da cidade certamente se inspirará nas suas colunas para refletir, com exatidão, sobre a nossa vida política, econômica e social”, afirmou.  “Meus pêsames à família e nossas orações neste momento tão difícil na vida de todos nós”, finalizou o governador.

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