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Brasília

Moradores querem preservar o Parque ecológico do Lago Sul

Arquivo Geral

22/07/2010 8h08

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

As capivaras, os martins-pescadores e o jacaré-tinga podem passar a ser a atração principal do Parque Ecológico Garça Branca. Ideias para implementação de projetos de educação ambiental mobilizam moradores da QI 17 do Lago Sul, que tentam há anos preservar a reserva do lixo jogado no local e das queimadas provocadas por outros moradores.

 

Com ajuda da Administração do Lago Sul e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Distrito Federal – Brasília Ambiental (Ibram) para colocar em prática todos os projetos, a Associação dos Moradores da QI 17 e Setor de Mansões Dom Bosco 1, 2 e 3 vem lutando  para manter o local intacto, evitando a degradação do ambiente e não deixando ocorrerem construções irregulares.

 

Segundo Heloisa Doyle, jornalista e prefeita da Associação, o parque forma um corredor ecológico de toda uma reserva ambiental. Ela destaca que é muito importante preservar a região, pois nela existe muitas nascentes, olhos d’águas e o Córrego do Cocho, que deságua diretamente no Lago Paranoá.

 

Inicialmente, os moradores estão se reunindo para ver a possibilidade de colocar em prática três projetos. Primeiramente com a retirada total do lixo e do entulho. Heloisa informou que a única justificativa encontrada para tal situação é que os próprios moradores da região não têm a consciência de que estão degradando o local. “As pessoas acham que parque é local de jogar lixo”.

 

Leia mais na edição desta quinta-feira (22) do Jornal de Brasília.

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