Nesta segunda-feira, após palestra em uma universidade em São Paulo, Orlando Silva afirmou que vem conversando com o Comitê Olímpico Brasileiro para buscar uma solução. Segundo o ministro, o Brasil não pode abrir mão de contar com um atleta como Rodrigo Pessoa, medalhista de ouro nas Olimpíadas de Atenas, em 2004.
Rodrigo Pessoa e Bernardo Alves já haviam obtido classificação para o Pan por conta de seus rankings em competições internacionais. Mas as novas regras propostas pelo presidente da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), Maurício Manfredi, fez com que a dupla puxasse a fila dos cavaleiros descontentes, que começaram a abrir mão de suas vagas.
A equipe brasileira contará com quatro ginetes titulares e um reserva que, por decisão de Manfredi, serão definidos por conta dos eventos realizados no Brasil, de forma que o hipismo seja mais divulgado no Brasil. Apesar de ter sido assegurado no Pan, Pessoa acabou sendo inicialmente preterido, em decisão que desagradou ao ministro.
“A confederação de hipismo precisará tomar medidas para que os melhores participem. Grandes brasileiros não podem ficar fora do Pan só porque competem fora”, explico Orlando Silva, que foi além: “fiz um apelo ao COB para que procurasse a confederação para ver que mecanismos podem ser adotados. Suponho que a questão técnica não será problema para alguém como o Rodrigo, então é preciso criar um ambiente favorável para ele vir competir”.
< !-- /hotwords -- >