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Brasília

Mais de 100 casais realizam união em casamento comunitário do GDF

O evento gratuito, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania, beneficiou famílias vulneráveis no Distrito Federal.

Redação Jornal de Brasília

23/03/2026 13h44

casamento comunitario

Mais de 100 casais do Distrito Federal participaram da primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário, neste domingo (22) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

Mais de 100 casais do Distrito Federal oficializaram suas uniões neste domingo (22), na primeira edição de 2026 do Casamento Comunitário, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A cerimônia ocorreu às 17h no Museu Nacional da República e reuniu participantes de diferentes regiões administrativas.

Luciana Tavares, doméstica moradora de Planaltina, esperou cinco anos para realizar o sonho de casar com vestido branco e véu. Emocionada, ela relatou que adiou a união devido a dificuldades financeiras, mas o evento tornou o sonho realidade.

Assim como Luciana, outras participantes expressaram alegria e emoção. Monique da Silva, de 32 anos, de Santa Maria, arrumava-se pensando nos filhos de 10 e 4 anos, que estavam ansiosos para ver os pais se casarem. Letícia Ramos, de 20 anos, dona de casa em Ceilândia, participou após conhecer o projeto pela cunhada, que se casou no ano anterior. Ela e o noivo moram juntos há um ano e têm um filho de 7 meses.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que mais de 1.500 casais foram beneficiados desde 2021. Em 2025, quatro edições atenderam cerca de 400 casais. A iniciativa visa superar entraves financeiros, já que o custo médio de um casamento é de aproximadamente R$ 1 mil.

Para participar, os noivos devem ter 18 anos ou mais, residir no DF e comprovar baixa renda pelo Cadastro Único (CadÚnico), com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo, sem impedimentos legais. O cadastro está aberto na Sejus-DF, com fila de espera para edições futuras. Para 2026, são previstas possivelmente mais três edições.

Antes da cerimônia, as noivas se prepararam a partir das 9h30 no Senac 903 Sul e na Casa do Maranhão, na Asa Sul, com serviços de cabelo e maquiagem.

Marcela Passamani enfatizou a importância da formalização para a segurança jurídica e o pertencimento familiar, mesmo com a equiparação da união estável ao casamento pelo Código Civil.

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