Da Redação
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O Parque das Sucupiras, uma reserva ambiental localizada no Setor Sudoeste, sofre com a irresponsabilidade da população da região. Muito lixo é encontrado no local, e com o período da seca, as grandes queimadas, já ocorridas, prejudicam o lindo cenário da vegetação nativa do Cerrado e de espécies raras de animais que habitam o local.
O parque conta com a ajuda da Associação Parque Ecológico das Sucupiras (Apes), criada por moradores do Sudoeste e Cruzeiro. Com propósito de proteger o ecossistema da reserva ambiental e o desenvolvimento comunitário de atividades ligadas à educação ambiental, recreação e cultura, a Associação luta, há oito anos, para manter o ambiente intacto. A melhor solução encontrada é fazer o mais rápido o Plano de Manejo da área e a criação de uma infraestrutura completa para preservação do parque.
Segundo o presidente da Associação, Fernando Lopes, hoje o parque é o verdadeiro “retrato do abandono”. Ele explica que a Apes encontra muita dificuldade na burocracia do governo. Segundo Fernando, a maior luta é não deixar que o parque exista apenas no papel.
Fernando destaca também que o entulho encontrado no local prejudica muito o meio ambiente e sua remoção tem que ser calculada, pois para a limpeza é necessário o uso de um trator que retira também, junto com o lixo, pedaços da vegetação. Fernando explica também que o Parque Ecológico das Sucupiras é o último pedacinho da natureza original local, desde a construção de Brasília. Ele salienta que se não tivesse a iniciativa da construção da Associação e criação do parque para preservação, talvez hoje não existisse mais as verdadeiras características nativas encontradas no Cerrado.
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