Moradores, empresários, comerciantes e feirantes do Park Way e do Núcleo Bandeirante debateram as normas da Lei Complementar de Uso e Ocupação do Solo do DF (Luos). Ao todo, 80 pessoas foram à audiência pública no Salão Comunitário do Núcleo Bandeirante. O encontro discutiu as diretrizes e condições da lei do Executivo.
A deliberação entre a sociedade civil e o Poder Legislativo contemplou as regras referentes às moradias, comércio e atividades empresariais. A comunidade do Park Way divergiu sobre a legalização de empresas em áreas residenciais. Houve quem foi contrário à regularização de comércio em casas. O impasse vai ser avaliado pelos parlamentares da Câmara Legislativa.
A presidente da Associação dos Moradores do Park Way, Flávia Ribeiro da Luz, disse que regularizar a atividade de casas de festa, por exemplo, em área habitacional é ilegal. “O Park Way foi criado para ser uma ilha verde, para melhorar a qualidade de vida das pessoas. A área precisa ser preservada”, fala. Regularização
Por outro lado, há quem defenda a regularização das empresas. É o caso do presidente da Associação dos Moradores Empresários e Profissionais do Park Way, Fávio Orlandini. “O Park Way é um setor produtivo. Precisamos de uma lei orgânica para cada região administrativa com os padrões de atividades, regras e horário em que as empresas podem funcionar”, ressalta.
Gabarito
– Os empresários e comerciantes da região também reivindicam o aumento de mais um andar nos estabelecimentos.
– O presidente da Associação das Micro e Pequenas Empresas do Núcleo Bandeirante, Eudaldo Alencar, ressalta que a reivindicação para a área é a solução do gabarito do comércio no local.