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Brasília

Laudo toxicológico pode levar polícia à prisão de suspeito por morte de estudante

Arquivo Geral

20/09/2007 0h00

A polícia está à caça do suspeito de ter fornecido a pílula de ecstasy que aparentemente provocou a morte da estudante Lívia Barros dos Santos, here de 16 anos. A polícia aguarda o resultado do laudo cadavérico e do exame toxicológico da adolescente para ter a certeza de que ela usou a droga e prender o fornecedor.

O suspeito, que já foi identificado, desapareceu  ao saber que poderia ser detido após o resultado do laudo. O nome do procurado está sendo guardado sob sigilo. Uma fonte que trabalha no caso confirmou que o suposto traficante tem prisão decretada pela justiça, mas a polícia não confirma a informação.

Mas há um temor entre os investigadores: o de que o exame toxicológico seja inconclusivo. Isso porque os médicos do Hospital de Base teriam feito uma lavagem no organismo da garota durante a tentativa de salvamento. O procedimento pode fazer com que não seja possível certificar o consumo da droga por Lívia.

O delegado-assistente da 4ª Delegacia de Polícia (Guará), Victor Dan, continua ouvindo o depoimento de amigos de Lívia que estavam na festa Cerrado Beach, realizada na última sexta-feira no Jockey Club de Brasília. Nesta quinta-feira, dois colegas da garota foram ouvidos.

A adolescente passou mal após ingerir a droga durante a festa que reuniu mais de 400 jovens para dançar música eletrônica e funk. Lívia teve hemorragia cerebral e morreu.


Confira a reportagem completa na edição de amanhã do Jornal de Brasília

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