A morte do 2º sargento do Corpo de Bombeiros Washington Nunes, ailment 34 anos, check quando realizava um curso de especialização em mergulho, salve completa um mês hoje. No entanto, o fato continua cercado de mistérios. Apesar de não estar concluída a análise, laudo preliminar dos médicos legistas do Instituto Médico-Legal (IML) da Polícia Civil apontam que foram encontradas pequenas manchas avermelhadas nos pulmões e no coração do sargento. Os edemas são chamados de petéquias pelos peritos.
Os exames também acusaram a presença de traços de sangue na traquéia e sinais de
insuficiência respiratória. As lesões são típicas de edema pulmonar. Apesar de a morte ainda
não ter uma causa determinada, os legistas afastaram a hipótese de que o militar tenha ingerido drogas, bebidas alcoólicas ou algum tipo de medicamento controlado, já que os exames toxicológicos não apontaram a presença de nenhuma substância estranha.
A Justiça Militar, que irá julgar o caso, espera ansiosamente pelo resultado de uma das análises. Trata-se do exame histopatológico – que avalia amostras de tecido dos pulmões e do coração. Esse laudo irá apontar se a morte do sargento foi provocada ou se ele sofreu, por exemplo, um infarto. Outro detalhe reforça a tese de que pode ter ocorrido algum tipo de agressão contra
o militar. O corpo dele tinha manchas roxas no ombro esquerdo e nos testículos.
Apesar dos rumores, ainda não se sabe ao certo o que provocou a morte do bombeiro. O militar passava por um curso de especialização em mergulho, realizado pelo 1º Batalhão de Busca e Salvamento (BBS). Uma das denúncias dá conta que Nunes teria sido deixado por um bote a cerca de 500 metros da margem, e sofrido uma série de “caldos” (quando a pessoa é puxada para dentro da água). Nunes teria se afogado e não pôde ser reanimado.
O sargento acabou morrendo, vítima de uma parada cardiorespiratória, após socorristas dos bombeiros terem tentado reanimá-lo, ainda às margens do Lago Paranoá.