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Economia

Justiça suspende liminar e libera imóveis públicos para empréstimo ao BRB

Decisão do TJDFT atende recurso do GDF e enfatiza a função social do banco para o Distrito Federal.

Redação Jornal de Brasília

17/03/2026 21h17

Atualizada 18/03/2026 6h40

Foto: Divulgação/BRB

Foto: Divulgação/BRB

O desembargador Roberval Belinati, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), suspendeu nesta terça-feira (17) a liminar que impedia o uso de imóveis públicos como garantia para empréstimos destinados à capitalização do Banco de Brasília (BRB).

A decisão atende a um recurso apresentado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e derruba a proibição determinada em primeira instância, que havia barrado a lei autorizando o uso desses imóveis.

Belinati argumentou que a liminar interferia no livre funcionamento do governo local e poderia causar prejuízos financeiros ao Distrito Federal. Ele destacou a relevante função social do BRB, responsável pela execução de políticas públicas de crédito, operacionalização de programas governamentais e prestação de serviços bancários a milhares de servidores públicos, aposentados e cidadãos do DF.

O banco está envolvido em investigações sobre fraudes no Banco Master, que geraram um rombo financeiro. Para cobri-lo, o BRB planeja captar R$ 6 bilhões em operações de crédito com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e outros bancos.

No dia 10 deste mês, o governador Ibaneis Rocha sancionou o projeto de lei que permite o uso de imóveis públicos como garantia para essas operações.

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