O Tribunal do Júri de Ceilândia condenou Daniel Rodrigues da Silva a 25 anos e três meses de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo.
O crime ocorreu em 25 de fevereiro de 2020, em uma via pública de Ceilândia, no Distrito Federal. Daniel matou Gabriel Márcio Neto Mariano com disparos de arma de fogo, motivado por uma discussão sobre o ressarcimento de valores referentes a uma obra de instalação de cerâmica realizada por ele na casa da avó da vítima.
Cinco dias antes do homicídio, houve uma desavença quando a avó de Gabriel reclamou da qualidade do trabalho e exigiu o dinheiro de volta. Gabriel interveio na briga, o que levou a uma luta corporal com Daniel, que saiu do local fazendo ameaças. No dia do crime, o acusado surpreendeu a vítima de costas.
Durante a sessão do júri, os jurados reconheceram as qualificadoras de motivo torpe e emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles também afirmaram que Daniel portou arma de fogo de uso permitido sem autorização legal.
A juíza que presidiu o julgamento negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e determinou a imediata execução da pena no estabelecimento prisional onde ele se encontra.
Com informações do TJDFT