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Brasília

Julgamento dos acusados no caso do professor Carlos Mota deve seguir a madrugada

Arquivo Geral

11/02/2009 0h00

Começou, sildenafil  na manhã desta quarta-feira (11), o julgamento de três acusados de participação no assassinato do professor Carlos Ramos Mota, 44 anos, morto em 20 de junho de 2008. Até o momento, as cinco testemunhas de acusação foram ouvidas e as testemunhas de defesa já começaram a depor.

Julgamento
Na primeira parte, foi escolhido o corpo de jurados, composto por três mulheres e quatro homens e ouvidas as cinco testemunhas de acusação. Pela tarde, serão ouvidas as dez testemunhas de defesa e, na sequência, serão realizados a leitura das peças processuais, o interrogatório dos acusados e o debate entre acusação e defesa. A expectativa é que a sentença seja proferida na madrugada.


Nos interrogatórios, uma testemunha confirmou que viu os quatro acusados reunidos em um bar na véspera do crime. Ela afirmou que ouviu comentários de que Gilson teria sido o mandante do assassinato. Outra testemunha afirmou que Gilson realizava tráfico de drogas no Centro de Ensino Fundamental 4 (CEF 4), local onde a vítima trabalhava como diretor.


A terceira testemunha disse que estaria com Gilson em um bar, na noite anterior ao crime e outra defendeu o acusado Carlos Lima do Nascimento, alegando ele teria passado à noite em sua casa. Ele, no entanto, contrariou a alegação do amigo de que teria sido torturado por ocasião da prisão, afirmando que acompanhou Carlos Nascimento durante o trajeto até a delegacia e não presenciou qualquer violência.


Por fim, a quinta testemunha – o delegado-chefe da 35ª DP – assegurou que as investigações realizadas concluem que os réus se uniram, sob a liderança de Gilson, para eliminar o professor Carlos Mota, porque ele estaria agindo contra o tráfico de drogas na escola.


Os três réus devem ser ouvidos na noite de hoje. A expectativa é de que o julgamento siga durante a madrugada.


Histórico do Caso
Carlos Ramos Mota, de 44 anos, foi assassinado com um tiro no peito em 20 de junho de 2008. Segundo a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu no interior da Chácara Brilho da Lua, no Lago Oeste. A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao hospital, mas não resistiu. De acordo com a denuncia, o professor, que era diretor do Centro de Ensino Fundamental 4 (CEF 4), foi assassinado porque combatia o repasse de drogas dentro da instituição de ensino.

Atualizada às 20h44

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