A medalha de prata nos Jogos Pan-americanos do Rio foi um resultado desapontador para o judoca Leandro Guilheiro. Superado pelo norte-americano Ryan Reser neste sábado, nos Jogos Pan-americanos do Rio, o leve não escondeu sua frustração. “A última coisa que queria era escutar o hino americano em um ginásio brasileiro. Esta medalha é boa para o Brasil, mas estou desapontado. Meu sonho era colocar o hino brasileiro ara tocar aqui hoje”.
Guilheiro foi derrotado com 56 segundos de luta em um contragolpe de Reser. “Eu estava no canto, entrei um golpe para sair da área e ele acabou entrando com o contragolpe”, explica o judoca, que precisou receber atendimento médico para fazer a luta decisiva.
No confronto contra o cubano Ronald Girones, Guilheiro teve uma contratura lombar e ficou com dificuldades de movimentação dos quadris. “Passei a tarde toda no departamento médico. Tomei Voltarem, fizeram massagem, mas faltando 3 minutos, acabaram fazendo infiltração para eu poder, pelo menos, mexer melhor o quadril”.
Vencido em um golpe que provocou alguma polêmica na arena, o brasileiro não reclama da arbitragem. “Foi uma decisão justa. Não sei se foi dentro ou fora. Não vi, não tenho que reclamar. Mas se ele deu a vitória foi o melhor”, resume.
Três vezes vencedor do Campeonato Pan-americano, Reser acha que os juízes tiveram coragem ao dar o golpe a seu favor. “O golpe tinha 50% de chance para ele ou para mim. Os juízes tiveram coragem de ir contra a torcida e me dar a vitória”.
Elogiando a qualidade técnica do adversário, o norte-americano admite ter estudado o estilo de luta de Guilheiro. “Fiz um treino especial. Leandro é um adversário difícil, um judoca de elite. Assisti a um vídeo porque sabia que provavelmente este confronto iria acontecer”. Praticante de luta-livre, Reser superou o brasileiro com uma cortada típica desta modalidade.
A derrota vai demorar a ser digerida por Guilheiro, que foi medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atenas-2004. “É visivel que estou chateado. Me sinto triste, desapontado, um pouco envergonhado. Uma coisa que me faz chorar é ficar frustrado com resultado no esporte”, diz, planejando a volta por cima.
“Eu vou treinar para ser campeão do mundo”, avisa. “Nesta primeira semana vou tratar das costas, mas minha cabeça já está no Mundial”, completa o judoca. “Se ficasse feliz com medalha de prata poderia aposentar o quimono”.
Guilheiro foi derrotado com 56 segundos de luta em um contragolpe de Reser. “Eu estava no canto, entrei um golpe para sair da área e ele acabou entrando com o contragolpe”, explica o judoca, que precisou receber atendimento médico para fazer a luta decisiva.
No confronto contra o cubano Ronald Girones, Guilheiro teve uma contratura lombar e ficou com dificuldades de movimentação dos quadris. “Passei a tarde toda no departamento médico. Tomei Voltarem, fizeram massagem, mas faltando 3 minutos, acabaram fazendo infiltração para eu poder, pelo menos, mexer melhor o quadril”.
Vencido em um golpe que provocou alguma polêmica na arena, o brasileiro não reclama da arbitragem. “Foi uma decisão justa. Não sei se foi dentro ou fora. Não vi, não tenho que reclamar. Mas se ele deu a vitória foi o melhor”, resume.
Três vezes vencedor do Campeonato Pan-americano, Reser acha que os juízes tiveram coragem ao dar o golpe a seu favor. “O golpe tinha 50% de chance para ele ou para mim. Os juízes tiveram coragem de ir contra a torcida e me dar a vitória”.
Elogiando a qualidade técnica do adversário, o norte-americano admite ter estudado o estilo de luta de Guilheiro. “Fiz um treino especial. Leandro é um adversário difícil, um judoca de elite. Assisti a um vídeo porque sabia que provavelmente este confronto iria acontecer”. Praticante de luta-livre, Reser superou o brasileiro com uma cortada típica desta modalidade.
A derrota vai demorar a ser digerida por Guilheiro, que foi medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atenas-2004. “É visivel que estou chateado. Me sinto triste, desapontado, um pouco envergonhado. Uma coisa que me faz chorar é ficar frustrado com resultado no esporte”, diz, planejando a volta por cima.
“Eu vou treinar para ser campeão do mundo”, avisa. “Nesta primeira semana vou tratar das costas, mas minha cabeça já está no Mundial”, completa o judoca. “Se ficasse feliz com medalha de prata poderia aposentar o quimono”.
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