Menu
Brasília

Idosa de 80 anos é a primeira vítima do vírus H1N1 no Distrito Federal

Arquivo Geral

04/04/2016 15h56

A Secretaria de Saúde confirmou, nesta segunda (4), a primeira vítima da gripe H1N1 no Distrito Federal. De acordo com a pasta, a mulher de 80 anos morreu após ficar três dias internada em uma unidade particular. Até agora, foram confirmados 15 casos, sendo sete graves, além do óbito. Dentre eles, três foram registrados em crianças menores de cinco anos e quatro em pacientes entre 15 e 59 anos.  

Ainda segundo a Saúde, a situação é de alerta de prevenção para que as pessoas, os pacientes e os profissionais de saúde tomem os cuidados necessários. Os casos foram registrados entre moradores de Santa Maria, Riacho Fundo, Gama, São Sebastião, Samambaia e Águas Claras. 

A Secretaria de Saúde relaciona o surto antecipado da doença com o avanço do período chuvoso. “Com a chuva, as pessoas tendem a ficar mais tempo em espaços fechados, o que facilita a disseminação dos vírus”, informou o subsecretário da Vigilância de Saúde, Tiago Coelho. “Muitos casos confirmados foram provenientes de viagens internacionais a países que estavam em épocas de chuva”, completou. 

Leia mais: Com H1N1, mães mudam a rotina em casa

Outras regiões

O surto antecipado de gripe H1N1 no Estado de São Paulo já matou 38 pessoas neste ano – oito delas na capital. Em todo o ano passado, a doença havia causado dez mortes no Estado, sem nenhum registro na cidade de São Paulo. Somente nos três primeiros meses deste ano, esse tipo de gripe já fez três vezes mais vítimas do que em todo o ano passado.

A região noroeste do Estado tem quase a metade das mortes pelo vírus H1N1 no Estado de São Paulo. Dados das prefeituras indicam que 16 pacientes morreram em cidades da região de Jales.

Na região de Campinas, duas mortes são investigadas em Pirassununga. Na noite de anteontem, o secretário adjunto de Educação de Americana, Wellington Carlos Zigarti, de 34 anos, morreu com sintomas de infecção pelo H1N1.

De acordo com a prefeitura, o caso é tratado como suspeito e foram enviadas amostras para exames ao Instituto Adolfo Lutz. Zigarti, que ocupava o cargo público desde janeiro de 2015, estava internado havia oito dias em uma clínica particular. “Foi uma morte totalmente inesperada. Era um jovem profissional de muito gabarito”, lamentou a secretária de Educação, Jussara Noveli. Segundo a prefeitura, três pessoas – dois homens e uma mulher, todos com mais de 50 anos – estão internadas com sintomas da doença e os casos são considerados suspeitos.

A primeira morte do ano por H1N1 no Estado de São Paulo vitimou Rosinalva Lima Zanella, de 38 anos, moradora da pequena Tabapuã. Ela estava internada desde o dia 1º de janeiro no Hospital Padre Albino, de Catanduva, com diagnóstico de gripe, e morreu no dia 14 daquele mês. No dia 26 de janeiro, foi registrada a segunda morte pelo H1N1, em Santa Adélia, na mesma região. A vítima, Jéssica Aparecida Mambelli, de 21 anos, tinha síndrome de Down, segundo a Secretaria de Saúde do município.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado