Eles também são chamados de hospitais, mas os pacientes são distintos daqueles que buscam as unidades de saúde. Nos estabelecimentos de conserto da capital, os doentes se revezam entre brinquedos, roupas, sapatos, utensílios para cozinha e instrumentos musicais. O serviço não é recente, mas continua atual e indispensável, tendo em vista que os donos das peças conseguem encontrar “hospitais” capazes de prolongar a vida útil de objetos cada vez mais inusitados.
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