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Brasília

Homem morre em acidente e parentes fazem reconhecimento 48 horas depois

Arquivo Geral

12/01/2010 0h00

Luciana Soares
luciana.soares@jornaldebrasilia.com.br


A perda de um parente é difícil para qualquer um. Mas, por conta da burocracia, a família da produtora cultural Elisabeth Cupertino sofreu com a falta de informação. Além da demora de 12 horas para tomar conhecimento da morte do irmão, ela ainda esperou praticamente 48 horas para conseguir a liberação do corpo de Alcides Aparecido de Sousa, de 55 anos, no Instituto Médico Legal.


O acidente ocorreu na madrugada do dia 10, por volta das 3h da madrugada. Alcides bateu com seu carro em um poste, no Pistão Norte, em Taguatinga. Segundo informações, a vítima teria morrido dez minutos após dar entrada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), com traumatismo craniano. Os parentes só foram informados do ocorrido quando o filho da vítima, de apenas cinco anos, ligou no celular do pai. Um funcionário do hospital atendeu e pediu para parentes comparecerem ao HRT.


De acordo com a médica e sobrinha da vítima Carem Cupertino, houve  descaso por conta dos funcionários do hospital. Ela afirma que a demora foi muito grande para serem informados da morte, pois a vítima estava com o celular e com todos documentos. Ela conta que quando chegou ao HRT percebeu o despreparo dos funcionários, que não sabiam informar sobre o que havia ocorrido no dia acidente e o motivo da morte do tio.


Leia mais na edição de hoje (12) do Jornal de Brasília.

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