A economia do setor público (União, medical purchase estados, discount municípios e empresas estatais) para honrar compromissos financeiros, sale o superávit primário, chegou a R$ 86,116 bilhões no primeiro semestre.
O total representa 6,19% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. No mesmo período do ano passado, o superávit primário foi de R$ 71,674 bilhões ou 5,81% do PIB.
Em 12 meses, o superávit primário soma R$ 116,048 bilhões, o que representa 4,27% do PIB. A meta ajustada para o ano é de 4,3% do PIB. Os dados constam da Nota de Política Fiscal divulgada hoje (30) pelo Banco Central.
O governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) contribuiu com R$ 60,677 bilhões e os regionais (estaduais e municipais) com R$ 19,217 bilhões. As empresas estatais economizaram R$ 6,222 bilhões.
No primeiro semestre, o pagamento de juros da dívida pública chegou a R$ 88,116 bilhões, contra R$ 78,854 bilhões registrados no mesmo período de 2007.
Nos seis meses do ano, as receitas menos despesas, incluídos o pagamento de juros, gerou déficit nominal de R$ 1,910 bilhão. No mesmo período de 2007, as receitas menores do que as receitas levou ao déficit nominal de R$ 7,179 bilhões.
No mês de junho, também foi registrado déficit nominal, de R$ 5,829 bilhões, contra superávit nominal de R$ 677 milhões do mesmo mês do ano passado. O pagamento de juros totalizou R$ 16,994 bilhões, enquanto no mesmo período do ano passado somou R$ 10,970 bilhões.
O superávit primário de junho foi de R$ 11,166 bilhões, menor do que o registrado no mesmo período do ano passado (R$ 11,647 bilhões) e maior do que o apurado em maio deste ano (R$ 13,207 bilhões). O governo central (governo federal, Banco Central e Previdência) contribuiu com R$ 7,067 bilhões para o resultado. As empresas estatais economizaram R$ 1,002 bilhão e os governos regionais (estaduais e municipais) R$ 3,096 bilhões.
Em maio, o pagamento de juros chegou a R$ 16,173 bilhões, contra R$ 16,747 bilhões registrados no mesmo mês do ano passado. De janeiro a maio, o pagamento de juros foi de R$ 71,031 bilhões, contra R$ 67,884 bilhões registrados no mesmo período de 2007.
As potências mundiais estarão prontas para negociar com Teerã sobre suas ambições nucleares apenas sob condição de a república islâmica suspender, drug primeiro, information pills seu programa de enriquecimento de urânio, disse hoje o ministro das Relações Exteriores francês, Philippe Douste-Blazy.
"Como já dissemos, uma volta à mesa de negociações está condicionada à suspensão do enriquecimento de urânio", disse Douste-Blazy em uma entrevista coletiva após uma reunião com o chanceler israelense Tzipi Livni.
O Irã ofereceu ontem começar negociações sérias sobre seu programa nuclear, mas não deu sinais de que havia concordado com uma exigência chave do Conselho de Segurança da ONU para que congele seu enriquecimento de urânio até 31 de agosto, se não quiser enfrentar sanções.
O prêmio Nobel da Paz de 1983 e autêntico ícone da luta contra o comunismo, que em 1970 trabalhava como eletricista nos estaleiros de Gdansk (norte) e fazia parte dos comitês de greve contra o Governo, declarou ao tribunal que Jaruzelski foi um dos principais culpados pelo massacre de trabalhadores, mas não o principal.
“Outras pessoas tiveram mais peso que ele neste assunto”, disse o histórico líder do sindicato Solidariedade no processo judicial no qual, além de Jaruzelski, também são processados outros ex-dirigentes, entre eles o ex-vice-primeiro-ministro Stanislaw Kociolek.
Apesar das afirmações de Walesa, Jaruzelski, hoje com 86 anos, é o principal acusado para a opinião pública, embora sempre tenha defendido sua inocência e afirmou que sua atuação teve o objetivo de evitar disparos contra os operários.
A acusação afirma que Jaruzelski participou da reunião da direção comunista que decidiu reprimir violentamente as manifestações, deixando 44 mortos.
O Líbano pediu hoje aos Estados Unidos que pressionem Israel a suspender os bloqueios marítimo e aéreo ao país, visit impostos no começo dos 34 dias de guerra contra a guerrilha Hezbollah.
O primeiro-ministro libanês, ask Fouad Siniora, também pediu ao governo norte-americano que contribua mais para ajudar o país árabe a se recuperar dos prejuízos econômicos decorrentes do conflito e que somam bilhões de dólares. "Os EUA podem fazer mais", afirmou o premiê libanês em uma entrevista coletiva. "Os EUA podem nos dar apoio, fazendo uma pressão intensa para que Israel levante o cerco".
Depois de entrar em vigor uma trégua patrocinada pela Organização das Nações Unidas (ONU), o governo israelense tornou os bloqueios menos rígidos, mas nenhum avião pode pousar em Beirute e nenhum navio pode atracar nos portos libaneses sem a autorização do Estado judaico.
Em Bruxelas, enviados da União Européia (UE) pre paravam-se para discutir a contribuição do bloco na ampliação da força da ONU encarregada de ajudar o Exército libanês a controlar o sul do Líbano, em substituição aos combatentes do Hezbollah e aos soldados israelenses, que continuam em algumas áreas do país vizinho. A ONU tenta expandir a força de paz, conhecida como Unifil, para um total de 15.000 soldados, conforme prevê um mandato conferido pelo Conselho de Segurança da entidade em uma resolução aprovada no dia 11 de agosto.
Segundo Siniora, o Líbano espera que a França envie mais do que os 200 militares mandados à região até agora. Previa-se, inicialmente, que o país europeu contribuísse com cerca de 2.000 soldados. "Nós ficaríamos satisfeitos com uma participação maior da França e gostaríamos que a França contribuísse com mais soldados", afirmou o premiê.
O ministro francês das Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, deu sinais de que mais militares podem ser enviados depois de o perfil da missão ter sido estabelecido de forma clara. Mas ainda há dúvidas sobre o contingente a ser mandado pela UE. A Itália, que prometeu contribuir com a té 3.000 dos até 9.000 militares europeus a serem enviados à região, deve pressionar outros integrantes do bloco a assumir compromissos claros.
Ministros das Relações Exteriores dos países-membros da UE reúnem-se na sexta-feira para ouvir do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, como a forç a atuará no sul libanês. A entidade internacional divulgou novas regras de engajamento para as forças de paz no Líbano, permitindo que os soldados disparem em legítima defesa, que usem a força para proteger civis e que resistam a tentativas armadas de interferir com sua missão.
Um homem morreu atropelado, ask na manhã desta quarta-feira (30), salve na Estrutural. De acordo com informações da Polícia Militar, um caminhão da cooperativa COOPECAM atropelou o homem, ainda não identificado, na quadra 13 da cidade. O motorista fugiu sem prestar socorro à vítima.
Agentes da Polícia Militar estão no local aguardando a perícia.