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Brasília

Hemocentro de Brasília pede doações de sangue

Arquivo Geral

24/12/2007 0h00

A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) está em campanha para aumentar os estoques de sangue.  O número de candidatos à doação diminui muito nessa época do ano, decease em razão das festas de Natal e Ano Novo, rx além das férias escolares.

Hoje, sildenafil a maior necessidade do Hemocentro é de doadores de sangue O negativo, O positivo e A positivo.

Para a doação, o candidato precisa estar em boas condições de saúde. É necessário pesar mais de 50 quilos e dormir bem na noite anterior, para que o organismo possa se preparar para o procedimento.

A assistente social do Hemocentro, Verônica Cavalcanti de Andrade, destaca ainda a importância de estar bem alimentado e desmente a crença de que é preciso estar em jejum.

“Essa questão de doar sangue em jejum é errada. A pessoa deve, pelo contrário, vir bem alimentada, ingerindo alimentos leves, como sucos de frutas, pães com geléia, além de não ingerir leite integral e derivados.”


Verônica lembra que é necessário um intervalo de duas horas após o café da manhã ou o almoço para realizar a coleta.

Segundo a assistente social, o candidato passa por três etapas antes da doação. O primeiro passo é o cadastramento, quando deve ser apresentado um documento oficial, com foto e com validade.

Também é preciso que o paciente passe pela pré-triagem, um teste para detectar possíveis casos de anemia. Nessa etapa, verifica-se ainda a pressão, a temperatura e o pulso do doador.

A etapa final consiste em uma entrevista com o médico, momento em que é definido se o candidato poderá ou não doar sangue. Liberado após a consulta, o doador está pronto para a coleta de sangue, que dura de oito a dez minutos.

“É um processo totalmente seguro para o doador. Muitas pessoas tem medo de doar, medo da agulha. Mas a causa é tão nobre que essa questão passa a ser irrelevante”, disse Verônica.

Depois da coleta, o doador pode retomar o trabalho, desde que não pratique atividades pesadas, como dirigir caminhões ou trabalhar em alturas elevadas. Pela lei, o trabalhador que doa sangue está dispensado do trabalho, uma vez ao ano, para realizar a coleta.

Já em relação aos mitos acerca da doação de sangue, a assistente social garante que nenhum deles é comprovado cientificamente e que, portanto, devem ser deixados de lado.

“Muitas pessoas deixam de vir porque acham que se doarem uma vez têm que doar o resto da vida. O organismo é preparado para repor esse sangue perdido durante a doação. A pessoa mantém seu estilo de vida normal, sem nenhuma obrigatoriedade de ter que retornar”.

Para Hugo Lopes da Silva, doador de sangue, a sensação de ajudar alguém supera o medo. Ele garante que, nas oito vezes em que esteve no Hemocentro, não sentiu nenhum mal estar ou dor. Ele acredita que a melhor opção é ir em grupos de amigos, colegas de trabalho ou mesmo com vizinhos.

“Comecei a doar quando entrei para o Exército. Meu pai sempre incentivou. É um bem para outras pessoas que você não conhece, um bem que você deixa para alguém”, definiu.

Nathália Pacheco, estudante de Pedagogia, doou sangue hoje pela primeira vez e destaca a importância da iniciativa durante um período em que as pessoas viajam e os estoques ficam em baixa.

“Às vezes, pessoas da nossa própria família podem precisar. É um ato, acima de tudo, de solidariedade.”

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