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Brasília

Greve das polícias atrasa depoimentos sobre morte de Ademar Jesus

Arquivo Geral

23/04/2010 16h49

Valtemir Rodrigues
valtemir.rodrigues@jornaldebrasilia.com.br

 

Policiais civis e militares de todo País estão de braços cruzados desde ontem, com objetivo de pressionar o governo a aprovar uma Proposta de Emenda a Constituição que cria um piso salarial para a categoria. Com a paralisação o andamento das investigações do suposto suicídio do pedreiro Ademar Jesus da Silva, 40 anos, que confessou ter matado seis jovens em Luziânia (GO), está prejudicado. Seis depoimentos estavam previstos pela Corregedoria da Polícia Civil de Goiás para ontem, mas só deverão ser marcados na segunda-feira.

De acordo com o corregedor da PC/GO, Sidney Costa, um calendário e um cronograma serão estabelecidos para que os trabalhos transcorram com mais agilidade. “Temos pressa em dar uma resposta rápida à sociedade se houve ou não negligência das autoridades policiais na morte de Ademar Jesus da Silva”, afirmou. Em suas palavras, a paralisação dos policiais retarda o trabalho da sindicância, mas não deixará de ser conduzida com celeridade.

 

Leia a matéria completa na edição deste sábado (24) do Jornal de Brasília

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