Menu
Brasília

Governo Distrital promete investir na educação de jovens e adultos

Arquivo Geral

13/02/2009 0h00

A Secretaria de Educação pretende reduzir os índices de evasão escolar da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ambulance que chegou a 70% no ano passado. Para isso, link o governo vai aumentar o número de professores para estas turmas, especialmente no período noturno, e ampliar a divulgação sobre os programas de avanço ou de correção de idade de série que hoje são oferecidos.

Um dos piores casos de evasão ocorreu na Vila Planalto, onde uma escola iniciou o ano de 2008 com 71 alunos distribuídos em quatro turmas. Em dezembro, restava uma turma com apenas 13 estudantes. Com isso, os alunos foram transferidos para escolas Cesas, da 602 Sul, e o Paulo Freire, na 608 Norte.

Hoje existem várias alternativas para o aluno avançar em seus estudos. Os interessados têm a opção de estudar no ensino regular diurno ou noturno – o antigo supletivo, com duração de quatro anos para os três segmentos – ou optar pelo Programa de Correção de Fluxo. Os alunos podem ainda cursar: o 1º segmento do Fundamental, da 1ª a 4ª séries feito em quatro semestres; o 2º segmento que tem a duração de dois anos para as séries finais do ensino fundamental; e o 3º segmento, correspondente ao ensino médio em 2 anos e meio.
Além disso, jovens e adultos podem optar, também, pelo Projeto Veredas, de correção de fluxo, com duração de um ano e meio. Ou ainda pelo Projeto ABCD, de erradicação do analfabetismo, e pelo Exame Nacional de Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja), do Ministério da Educação.

A secretaria também vai melhorar o atendimento na rede para os interessados em voltar a estudar. Os jovens e adultos que queiram retomar seus estudos, principalmente pessoas da terceira idade, não precisam de documentação que comprove aprendizado anterior, o chamado histórico escolar. Eles devem procurar a escola onde tenha turma da EJA e fazer sua matrícula. O Conselho de Classe da escola faz uma avaliação desse aluno e o matricula na série adequada, dispensando a documentação.

De acordo com a secretaria, após o encerramento do Telematrícula pelo 156 (que este ano se estendeu também a alunos da EJA) um expressivo número de interessados não conseguiu ser atendido. A maior dificuldade foi a falta de dados corretos a serem repassados aos atendentes do Telematrícula, como a série em que o pretendente à vaga deveria ser matriculado.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado