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Brasília

GDF reforça segurança na rede de saúde

Arquivo Geral

29/07/2008 0h00

A segurança nos hospitais regionais e centros de saúde do Distrito Federal está sendo reforçada. Equipes da Secretaria de Saúde e Segurança, medical além do Corpo de Bombeiros, trabalham na elaboração de novas regras para restringir a entrada e saída de pessoas em todas as unidades da rede pública. Os técnicos já percorrem os corredores dos hospitais para ver o que é preciso mudar. Um relatório prévio foi encaminhado para as três empresas de segurança que trabalham nos hospitais e o assunto será discutido posteriormente. Um novo sistema de monitoramento e informatização será implantado de forma padronizada e as novas regras vão garantir mais segurança para pacientes, visitantes e servidores.

Enquanto o estudo é feito, medidas emergenciais já estão em vigor. No Hospital Regional do Gama (HRG), por exemplo, já foram fechadas 17 portas. Segundo o secretário de Saúde, Rubens Iglesias, elas não tinham muita serventia. “Havia um excesso de portas. No final, elas acabavam ampliando o fluxo de gente e dificultando o controle de entrada e saída”, explica Iglesias.

No HRG, o monitoramento já conta com a ajuda de 36 câmeras instaladas em locais estratégicos. O hospital foi o primeiro a instalar o novo sistema. O Hospital Regional de Taguatinga (HRT) também já entrou no esquema. Sete câmeras ajudam as equipes de segurança a perceber todo e qualquer movimento suspeito dento da unidade. Em breve todos os hospitais terão sua rede de câmeras instaladas.


Visita restrita
A partir de agora, cada paciente terá direito a duas visitas por dia. Elas, no entanto, terão de acontecer dentro de um sistema de rodízio. Não será mais permitida a presença de duas ou mais pessoas para acompanhar o doente, a não ser em caso de crianças, que só poderão entrar com o responsável legal.

Segundo o secretário de Saúde, a idéia é não deixar para fazer a identificação do visitante na hora. “Queremos que a visita seja agendada. Todos que entrarem, terão de deixar as informações cadastradas no sistema geral. Isso vai servir para todos os hospitais e os dados da pessoa ficarão armazenados”, detalha Iglesias. O visitante deverá portar crachá ou cartão de identificação e os horários das visitas serão estabelecidos com as chefias de unidades, chefes de equipe ou enfermagem.


Os servidores que trabalham na Saúde também vão ter a rotina modificada. O estudo feito pela equipe do GDF deverá estabelecer novas regras de acesso. “A idéia é reduzir ao máximo o fluxo de pessoas e deixar presente no locais de trabalho somente quem for necessário. Quanto menos gente, melhor”, frisa Iglesias.

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