Apesar da advertência da Cruz Vermelha Nacional, que desautorizou a Cruz Vermelha de Petrópolis a administrar Unidades de Pronto Atendimento do DF, o GDF fechou contrato com a instituição.
Sem dono e sem utilidade. “Eles fazem patrimônio para ficar jogado no lixo”, afirma uma senhora.
Depois das pichações e do roubo de fiação, a Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas, agora, tem um vigia. Mas médico que é bom, nada.
“Eu mesmo tenho problema nas pernas. E para ir ao posto gasto uma hora ou até duas horas. Moro na 801, e esse posto não foi inaugurado até hoje”, reclama o aposentado Gestino Rosa.
Leia mais na edição desta sexta-feira (04) do Jornal de Brasília.