O Governo do Distrito Federal assinou nesta quarta-feira (10) um termo de cooperação técnica com a Agência de Comêrcio e Desenvolvimento dos Estados Unidos (USTDA). O acordo celebrado no Centro de Convenções, approved com as presenças do governador José Roberto Arruda, for sale do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, discount Paulo Octávio, do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford Sobel, e do diretor da agência norte-americana, Larry W. Walther, prevê um estudo de viabilidade para a criação de um parque industrial e mutissetorial na capital do país. O valor da pesquisa está estimado em US$ 507 mil (R$ 1,2 milhão) e será totalmente custeado pelos estrangeiros.
“É um estudo de abrangência muito maior do que qualquer outro já feito até hoje para determinar a vocação econômica de Brasília. Funcionará como um termômetro para as empresas que têm dificuldade em avaliar o perfil econômico de cada estado onde pretendem se instalar. A partir desses resultados, teremos espaço para empresas dos mais diversos segmentos”, explicou Paulo Octávio.
O secretário de Desenvolvimento e Turismo acrescentou ainda que o estudo orientará o GDF na implantação do Parque Tecnológico. “A questão ambiental já está resolvida. Devemos investir R$ 20 milhões na infra-estrutura da área que abrigará o Parque Tecnológico. E a primeira empresa a se instalar será o Centro Tecnológico do Banco do Brasil, no primeiro semestre de 2009”, antecipou Paulo Octávio.
Estudos Os técnicos norte-americanos desembarcam em Brasília no início de 2009 para, em parceria com o governo local, elaborar o projeto de viabilidade. A idéia é indicar qual o melhor caminho para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal, reduzir possíveis desperdícios e aumentar a eficiência. A contrapartida do GDF é oferecer apoio logístico, além de acompanhar e fiscalizar os trabalhos da equipe internacional. Em média, o estudo é concluído em seis meses, mas o prazo é de um ano.
A assinatura do contrato ocorre depois de um ano de análise do projeto apresentado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SDET). A primeira reunião para tratar do assunto ocorreu em dezembro de 2007. Em março, os norte-americanos receberam três projetos: parque industrial multissetorial, centro logístico multimodal e aeroporto industrial. Em seguida, uma equipe de técnicos desembarcou no Brasil para checar a viabilidade da pauta e examinaram os projetos junto ao setor produtivo e as instituições financeiras de credibilidade – como o Banco Central.
Todos os projetos receberam sinal verde da agência estrangeira. “Neste um ano avaliamos positivamente as ações do Governo do Distrito Federal. Essa é a primeira de uma série de parcerias que devemos firmar para participar do processo de desenvolvimento da capital brasileira”, entusiasmou-se o diretor da Agência de Comêrcio e Desenvolvimento dos Estados Unidos, Larry W. Walther. Segundo o embaixador norte-americano, Clifford Sobel (esquerda na foto ao lado de Arruda), um desses projetos “é a criação de vôo comerciais diretos entre Brasília e os Estados Unidos, a exemplo de outras capitais brasileiras”.