Nessa segunda-feira, o chefe do Comitê Olímpico da França, Henri Serandour, proibiu que os atletas franceses usem um crachá com os dizeres “Por Um Mundo Melhor” durante os Jogos Olímpicos.
Com esta iniciativa, os atletas pretendiam demonstrar seu ponto de vista a respeito dos direitos humanos. A idéia do crachá surgiu após os protestos ocorridos no Tibete, em março passado.
Por sua vez, Serandour disse à rede de televisão L’Equipe TV que a Carta Olímpica deverá ser respeitada. Nela está prevista a proibição de qualquer “demonstração ou propaganda política, religiosa ou racial” em todos os lugares que estejam sediando o evento.
Já o porta-voz do grupo Repórteres Sem Fronteiras, instituição que está liderando um boicote contra a cerimônia de abertura dos Jogos, disse que a decisão do francês foi como um tapa na cara dos esportistas. “O que falta é coragem”, disse Menard à rádio France-Info.
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Por sua vez, Serandour disse à rede de televisão L’Equipe TV que a Carta Olímpica deverá ser respeitada. Nela está prevista a proibição de qualquer “demonstração ou propaganda política, religiosa ou racial” em todos os lugares que estejam sediando o evento.
Já o porta-voz do grupo Repórteres Sem Fronteiras, instituição que está liderando um boicote contra a cerimônia de abertura dos Jogos, disse que a decisão do francês foi como um tapa na cara dos esportistas. “O que falta é coragem”, disse Menard à rádio France-Info.