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Brasília

Formação Sabor de Escola capacita 2.600 merendeiros para o ano letivo

Iniciativa da SEEDF reforça boas práticas de alimentação e segurança no preparo de refeições para estudantes

Redação Jornal de Brasília

03/02/2026 15h31

merenda escolar

Foto: Eliseu Dias/Ascom Seduc

Antes do início das aulas em 12 de fevereiro, 2.600 merendeiros da rede pública participam da formação Sabor de Escola. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), reúne orientações sobre boas práticas de alimentação, organização da rotina nas cozinhas escolares e apresentação de novos preparos para o cardápio do primeiro bimestre letivo. O programa é transmitido no canal do YouTube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape).

A programação ocorre de terça a sexta-feira, das 9h ao meio-dia, com orientações teóricas. Na sexta-feira à tarde, das 14h às 17h, há um momento prático com demonstração ao vivo de novas receitas e proteínas, preparadas por merendeiros vencedores do concurso Sabor de Escola.

O encontro da manhã contou com um debate idealizado pela subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a participação de convidados da G&E Serviços Terceirizados, empresa responsável pela gestão das cozinhas escolares, incluindo o coordenador de Operações Saulo Freitas e as nutricionistas Vitória Carolina e Janaína Oliveira.

“Todo início de ano, antes das aulas começarem, realizamos essa formação com todos os merendeiros. É um momento importante para alinhar orientações, acolher quem está chegando e reforçar temas essenciais, como as boas práticas de alimentação, o cuidado no preparo e a dinâmica de trabalho ao longo do ano”, explica Fernanda Mateus.

Durante a formação, nutricionistas da G&E enfatizaram a importância de seguir as boas práticas de fabricação na alimentação escolar. As orientações destacam que os cuidados nas cozinhas impactam diretamente a saúde de estudantes e profissionais, promovendo segurança alimentar e nutricional.

“Essas orientações precisam ser seguidas com atenção, porque na alimentação escolar estamos lidando com vidas. As boas práticas ajudam a prevenir riscos e garantem mais segurança. Esse cuidado vai além da escola e contribui para mais qualidade de vida e segurança no consumo de alimentos em diferentes ambientes”, disse a nutricionista Vitória Carolina.

A nutricionista Janaína Oliveira ressaltou o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas cozinhas escolares. Segundo ela, o uso adequado previne acidentes, melhora a organização e contribui para a segurança e bem-estar dos profissionais.

“Quando usamos os EPIs corretamente, prevenimos acidentes e garantimos mais segurança na cozinha. Um exemplo é a luva térmica: ao manusear uma panela quente sem esse equipamento, o risco de queimaduras é maior. Por isso, é importante identificar quais EPIs estão disponíveis e utilizá-los da forma correta”, explica Janaína Oliveira.

*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF).

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