Antes do início das aulas em 12 de fevereiro, 2.600 merendeiros da rede pública participam da formação Sabor de Escola. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), reúne orientações sobre boas práticas de alimentação, organização da rotina nas cozinhas escolares e apresentação de novos preparos para o cardápio do primeiro bimestre letivo. O programa é transmitido no canal do YouTube da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape).
A programação ocorre de terça a sexta-feira, das 9h ao meio-dia, com orientações teóricas. Na sexta-feira à tarde, das 14h às 17h, há um momento prático com demonstração ao vivo de novas receitas e proteínas, preparadas por merendeiros vencedores do concurso Sabor de Escola.
O encontro da manhã contou com um debate idealizado pela subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a participação de convidados da G&E Serviços Terceirizados, empresa responsável pela gestão das cozinhas escolares, incluindo o coordenador de Operações Saulo Freitas e as nutricionistas Vitória Carolina e Janaína Oliveira.
“Todo início de ano, antes das aulas começarem, realizamos essa formação com todos os merendeiros. É um momento importante para alinhar orientações, acolher quem está chegando e reforçar temas essenciais, como as boas práticas de alimentação, o cuidado no preparo e a dinâmica de trabalho ao longo do ano”, explica Fernanda Mateus.
Durante a formação, nutricionistas da G&E enfatizaram a importância de seguir as boas práticas de fabricação na alimentação escolar. As orientações destacam que os cuidados nas cozinhas impactam diretamente a saúde de estudantes e profissionais, promovendo segurança alimentar e nutricional.
“Essas orientações precisam ser seguidas com atenção, porque na alimentação escolar estamos lidando com vidas. As boas práticas ajudam a prevenir riscos e garantem mais segurança. Esse cuidado vai além da escola e contribui para mais qualidade de vida e segurança no consumo de alimentos em diferentes ambientes”, disse a nutricionista Vitória Carolina.
A nutricionista Janaína Oliveira ressaltou o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas cozinhas escolares. Segundo ela, o uso adequado previne acidentes, melhora a organização e contribui para a segurança e bem-estar dos profissionais.
“Quando usamos os EPIs corretamente, prevenimos acidentes e garantimos mais segurança na cozinha. Um exemplo é a luva térmica: ao manusear uma panela quente sem esse equipamento, o risco de queimaduras é maior. Por isso, é importante identificar quais EPIs estão disponíveis e utilizá-los da forma correta”, explica Janaína Oliveira.
*Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF).