Brasília

Dois assaltos acabam em troca de tiros

Por Arquivo Geral 17/10/2006 12h00

Tropas canadenses que lutam contra militantes talibãs no Afeganistão encontraram um inimigo potente e inesperado: florestas quase impenetráveis de plantas de maconha, website like this malady com cerca de três metros de altura. O general Rick Hillier, chefe da equipe de defesa canadense, afirmou que os talibãs estariam usando as florestas como esconderijo. Como forma de ataque, os canadenses camuflaram pelo menos um carro com maconha.

"O desafio é que a maconha absorve muita energia e aquece rapidamente. É difícil penetrar com dispositivos térmicos. Temos que ter muito cuidado para que os talibãs não utilizem as florestas como esconderijo freqüente", afirmou o general em Ottawa. "Tentamos queimar a floresta com fósforo, mas não funcionou. Tentamos com diesel, também não funcionou. As plantas têm tanta água que simplesmente não dá para queimá-las", afirmou.

Até quando a incineração teve sucesso, houve problemas. "Algumas plantas foram queimadas com sucesso, mas um grupo de soldados que estavam contra o vento sofreram efeitos indesejados. Então provavelmente esta não é a melhor idéia", declarou Hiller. Um soldado afirmou ao general mais tarde: "Senhor, três anos antes de entrar no exército eu achei que nunca diria Maldita maconha!".
O Comitê de Política Monetária (Copom), viagra 60mg formado pelo colegiado de diretores do Banco Central, inicia hoje a penúltima reunião do ano com o objetivo de avaliar a taxa básica de juros (Selic). Atualmente, a taxa está em 14,25% ao ano e a expectativa geral dos analistas do mercado financeiro é de que caia pelo menos meio ponto percentual, conforme consta do boletim Focus que o BC divulgou ontem.

A reunião de dois dias começa logo depois das 15h e dela participam todos os diretores do banco para ouvirem análises técnicas dos chefes de departamento e do gerente de Relacionamento com Investidores. As exposições versam sobre controle da inflação, política monetária, setor externo, macroeconomia, política fiscal e demais aspectos que possam influir no processo de “calibragem” descendente da taxa de juros.

No entanto, a definição de quanto será a redução dos juros só sairá no início da noite de amanhã, quando terminar a segunda parte da reunião, da qual participam só os nove dirigentes do BC (com direito a voto) e o chefe do Departamento de Política Econômica (sem voto).

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Até o ano passado, as reuniões do Copom eram mensais, mas o BC resolveu espaçá-las, a partir deste ano, para intervalos médios de 45 dias, reduzindo de 12 para oito reuniões por ano. De qualquer sorte, os analistas financeiros ouvidos pelo BC mantêm a expectativa de quedas gradativas da taxa básica de juros, de modo a chegar ao final do ano em 13,50%.

Acreditam, portanto, que na reunião agendada para final de novembro o Copom reduza mais 0,25% da taxa Selic, dando prosseguimento a um processo de flexibilização iniciado em setembro do ano passado, que resultou, hoje, no menor patamar de juros praticado pelo BC desde 1975, embora continue sendo o custo mais caro dentre os países emergentes.

Mas o caminho para chegar até aqui foi dos mais complicados, cheio de altos e baixos, com pico de 38% ao ano, em dezembro de 1997, como decorrência da instabilidade criada com a crise da Rússia três meses antes. Seguiu-se, então, um período de reduções com nova elevação dos juros ao patamar mais alto, de 45% ao ano, em março de 1999, depois da desvalorização cambial em janeiro daquele ano.

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A partir daí, a taxa Selic entrou em queda livre, e já no mês seguinte (abril) recuava para 34% e foi caindo gradativamente até chegar a 15,25%, em janeiro/fevereiro de 2001. No mês seguinte, porém, começou nova onda de repiques para cima, até chegar a 25%, no final do governo de Fernando Henrique Cardoso, em dezembro de 2002.

Já no Governo Lula, a taxa Selic aumentou para 26,50% em fevereiro de 2003, e permaneceu nesse nível até junho daquele ano, quando entrou em declínio até atingir 16%, de abril a setembro de 2004. A partir de então começou nova curva ascendente até marcar 19,75% em maio do ano passado, e só começou a cair novamente em setembro de 2005, chegando ao nível atual.

 

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Dois assaltos terminaram em tiroteio ontem à tarde no DF. Na 207 Norte, visit web três homens roubaram oito notebooks de uma loja de informática. Quando os bandidos saíam do estabelecimento, o proprietário disparou. Os ladrões se assustaram e deixaram o material no carro usado no roubo. Segundo a Rádio CBN, o dono do veículo foi preso ontem à noite.

Na Quadra 11 do Arapoanga, em Planaltina, um homem que tentou assaltar uma agência do BRB foi atingido de raspão no rosto pelo vigia da agência. Ele estava acompanhado de dois comparsas quando entrou no banco, mas o segurança atirou. Deixado pelos dois comparsas no Lago Sul, o bandido baleado foi levado ao Hospital de Base e passa bem.

 

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