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Brasília

Distrito Federal ocupa segundo lugar no Brasil onde as pessoas são mais realizadas

Arquivo Geral

29/12/2012 9h34

Isa Stacciarini

isa.coelho@jornaldebrasilia.com.br

 

Com ou sem dinheiro no bolso, a felicidade vem se tornando um sentimento cada vez mais palpável na vida dos brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) descobriu que a satisfação com o estilo de vida daqueles  que recebem mais de dez salários-mínimos em comparação com os que vivem com R$ 622 apresenta apenas uma singela diferença: os que ganham mais têm uma felicidade compatível a 8,4    pontos contra 6,5 dos que ganham menos.

 

O Centro-Oeste é apontado como o segundo lugar no País com o maior número de pessoas que se dizem felizes. A professora do departamento de psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Suely Guimarães, explica a qualidade de vida pela arborização e pelo clima como dois fatores possíveis de felicidade e satisfação. Além disso, a especialista ressalta a condição profissional como outro fator de satisfação pessoal. “Em

Brasília há salário alto pelo funcionalismo público, já no estado de Goiás há fazendeiros com um rendimento salarial alto, bem como no Mato Grosso. Isso acaba favorecendo no bem-estar do indivíduo”, aponta.

 

A servidora pública Danielle Salles, 29 anos, por exemplo, se sente realizada com as conquistas que vem alcançando ao longo do tempo. Satisfeita com a vida profissional e pessoal, ela se considera uma pessoa feliz no emprego e na vida social. 

 

“O dinheiro contribui para a satisfação, pois ele te dá oportunidades de viajar, ir a bons locais e conhecer lugares diferentes”, destaca. Na vida pessoal, a plenitude também é completa. “Sou uma pessoa muito realizada com minha família, amigos e diante de Deus”, ressalta.

 

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