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Brasília

DF tem alta no volume de vendas pelo quarto mês consecutivo 

Ainda de acordo com os dados, a nível nacional, o acumulado foi de 5,9%, em relação ao mesmo período de 2023

Redação Jornal de Brasília

10/05/2024 5h00

Setor Comercial Sul (SCS)

Foto: Pedro Ventura/Agência Brasília

O volume de vendas do comércio varejista no Distrito Federal registrou alta de 1,9% em março de 2024, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE esta semana. É o quarto mês consecutivo que o setor indica alta. Na série, a nível nacional, houve estabilidade nesses últimos quatro meses. Sem ajuste sazonal, o volume de vendas teve variação de 8,3% na capital. Ainda de acordo com os dados, a nível nacional, o acumulado foi de 5,9%, em relação ao mesmo período de 2023.

Segundo o estudo, o acumulado nos últimos 12 meses registrou alta de 0,7%, na comparação com os 12 meses anteriores. A análise do comércio varejista ampliado inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo. Logo, o volume de vendas em março, na capital federal, avançou 1,4% em relação ao mês de fevereiro. Em comparação com março de 2023, o varejo ampliado variou 5,3%.

Já na variação de receita nominal de vendas do comércio varejista no Distrito Federal, a pesquisa registrou que em março houve um aumento de 1,7% quando comparado com o mês anterior, na série com ajuste sazonal. Quando comparado a março de 2023, na série sem ajuste sazonal, houve alta de 10,3%.

Em março de 2024, no Distrito Federal, de acordo com os dados coletados pela PMC, seis das oito atividades pesquisadas registraram altas no volume de vendas do comércio varejista na comparação com março de 2023. Apresentaram variações positivas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (22,4%), seguindo em alta pelo segundo mês consecutivo e registrando a maior alta desde maio de 2022; artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (13,8%), seguindo em alta desde março de 2023; móveis e eletrodomésticos (13,7%), que vem crescendo pelo segundo mês consecutivo; hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (9,7%), que está em alta pelo quarto mês consecutivo; equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (6,9%), voltando a crescer depois de queda no mês anterior; tecidos, vestuário e calçados (2,8%), seguindo em alta desde setembro de 2023.

Já os combustíveis e lubrificantes (-5,6%), seguindo em queda desde julho de 2023, assim como os livros, jornais, revistas e papelaria (-7,0%), seguindo em queda pelo terceiro mês consecutivo, apresentaram variações negativas.   

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