Por Camila Coimbra
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Atualmente, a Secretaria de Educação informa que 47 escolas estão em obras no Distrito Federal. A maior concentração está em Samambaia, com sete unidades em reforma, seguida pelo Gama, com seis, e por Ceilândia e Taguatinga, cada uma com quatro escolas em obras.
O Recanto das Emas tem quatro instituições em processo de melhorias, enquanto Planaltina conta com três. Em Arniqueira, Sobradinho, Jardim Botânico e Riacho Fundo II, há duas escolas em obras em cada localidade.
Diversas outras regiões possuem uma unidade em reforma: Estrutural, Riacho Fundo I, Itapoã, Guará, Lago Norte, Santa Maria, Brazlândia, Plano Piloto, Núcleo Bandeirante, Sol Nascente e São Sebastião.

No Gama, a reconstrução do CAIC Carlos Castello Branco, tem gerado insatisfação entre a comunidade. A obra começou em dezembro de 2020, desde então são quatros anos de execução e atraso, lesando a rotina dos alunos que precisaram ser transferidos para ter aulas em um edifício comercial, do Pró DF. De acordo com os dados fornecidos pela SEEDF ao Jornal de Brasília, a reconstrução custou R$ 16.523.967,89 e tem previsão de entrega para o primeiro semestre de 2025.
Já no Guará, às placas com informações públicas sobre a obra foram vandalizadas na data que informa quando será entregue, a obra em questão é a construção do Centro de Educação da Primeira Infância (CEPI) no Guará 2, tão aguardado pelos moradores. Luzia Matos, de 37 anos, é moradora local. Ela tem dois filhos, um de dezesseis e outro quatro anos. O mais velho estuda na Escola CED 03, que fica ao lado da construção em andamento da CEPI no Guará, já o filho de quatro anos precisa ir para uma escola particular. “Ano passado eu vi que iriam construir uma CEPI aqui no Guará 2 fiquei muito animada, afinal, ter meu filho mais velho estudando ao lado do meu caçula iria ajudar muito na minha rotina”, conta
“ A obra até está rolando até então, mas não sabemos mesmo quando vai ficar pronta”, comenta. De acordo com a pamonha da Secretaria de Educação, o CEPI no Guará 2, custou aos cofres públicos exatos R$ 6.445.488,80 e também tem a previsão para o primeiro semestre de 2025.
“A educação é sempre uma demanda da população, a criação de escolas mais próximas das residências das famílias é algo significativo para todos, dentro do possível, essas obras estão sendo feitas, às vezes, acontece de ter alguns obstáculos mas os ajustes estão sendo executadas da melhor forma para atender a população”, explica Aline Lima, arquiteta da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar, da Secretaria de Educação.
De acordo com a arquiteta, a maioria das obras são construções, enquanto outras são reformas e ampliações de salas de aulas em escolas já existem. Esses reparos são feitos para maior conforto e acessibilidade para todos das instituições.