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Brasília

DF adere ao cadastro de adoção de crianças

Arquivo Geral

21/08/2008 0h00

Boa notícia para as pessoas que estão na fila para adotar uma criança. O Distrito Federal é a primeira unidade federativa a concluir a inscrição de todas as famílias interessadas em adotar e dos menores aptos para o processo. No total, pill 380 pretendentes e 158 crianças e adolescentes do DF fazem parte do Cadastro Nacional de Adoção, more about lançado em abril último.

De acordo com o juiz auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Paulo de Tarso Tamburini, a
ferramenta se resume em “extrema simplicidade” mas tem potencial para gerar resultados
“revolucionários”.

Dados do CNJ apontam que, até o momento, um total de 4.106 pretendentes
à adoção, bem como 469 crianças e adolescentes de todo o País, já foram inscritos no cadastro. O prazo para que todas as varas de infância e juventude concluam o cadastramento vai até 8 de novembro próximo.

“O interesse é que o cadastro, por meio de suas finalidades e de seus resultados, leve a idéia adiante e desenvolva uma cultura da adoção no Brasil. Queremos fazer encontros em diversos locais do DF, para que essa idéia não fique fechada às portas dos tribunais”, diz Tamburini.

Ao participar da cerimônia de apresentação do Cadastro Nacional de Adoção aos magistrados do DF, ontem, ele lembrou que o CNJ chegou a encontrar procedimentos e processos distintos em varas da infância e da juventude distribuídas pelos estados.  “Acredito que temos um desencontro de informações. As pessoas que querem adotar não sabem sequer o que fazer. Por meio de uma ferramenta simples, vamos padronizar os dados. O sistema vai possibilitar, por exemplo, a adoção de uma criança no Rio Grande do Sul por uma casal no Amazonas”, esclareceu.

Tamburini destaca que o cadastro, em hipótese alguma, tira do juiz da Vara da Infância e da Juventude a competência para avaliar cada caso. Ele lembra que, com o banco de dados, o
magistrado permanece sendo o “fator principal” na conclusão de um processo de adoção e que o objetivo do CNJ é “desburocratizar ao máximo” o sistema.


Para mais informações sobre o
Cadastro Nacional de Adoção,
acesse www.cnj.jus.br

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