Deputados distritais, prostate empresários do setor de bares e restaurantes, order além de representantes da comunidade, cialis 40mg discutiram hoje por cerca de duas horas, no auditório da Câmara Legislativa, as emendas que poderão ser apresentadas por ocasião da votação, em segundo turno, do Projeto de Lei Complementar 50/2007, que regulariza os chamados “puxadinhos” nas áreas comerciais da Asa Sul
A previsão é de que a matéria seja apreciada na sessão desta quinta-feira. Ao final da reunião, o deputado Benício Tavares (PMDB), que intermediou o debate, anunciou que as bancadas devem ser reunir até o final da tarde para votar o projeto, com o análise das emendas apresentadas.
Na reunião com a comunidade não houve consenso, principalmente com relação ao limite de 5 metros para o avanço das lojas, previsto em uma das emendas. Os empresários reivindicam 6 metros, mas os parlamentares decidiram acatar a sugestão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) e propuseram o limite de 5 metros, nos fundos dos estabelecimentos, como forma de padronizar os “avanços”.
Benício Tavares ressaltou que a intenção da nova rodada de negociação com os empresários e a comunidade foi “atender a todos e garantir o tombamento de Brasília”. O deputado Rôney Nemer (PMDB), que é arquiteto, afirmou que todas as contribuições foram analisadas “com muito cuidado” para chegar às emendas.
Além dos 5 metros, as emendas propõem a construção de uma calçada, de 1,5 m, que demarcaria o limite da ocupação do local. Também prevêem que música ao vivo e a instalação de telões e caixas de som somente serão permitidos em ambientes internos e fechados, com isolamento acústico. Além disso, as calçadas em frente aos estabelecimentos não poderão ser ocupadas por mesas e cadeiras.