O desfile foi aberto pela Grécia, como manda a tradição do evento. A China, como país-sede, será a última a desfilar.
Os brasileiros vestiam um uniforme predominantemente verde e alguns atletas, como Maurren Maggi, do atletismo, e o líbero Serginho, do vôlei, aproveitaram para filmar e tirar fotos. O mais animado era o saltador Jadel Gregório.
Durante a passagem da delegação, que durou cerca de dois minutos, os atletas saudaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estava na primeira fila do setor reservado às autoridades.
O grupo, no entanto, não estava completo, já que parte dos 277 atletas do país preferiu descansar, visando as competições deste sábado.
No entanto, competidores que terão provas fora de Pequim marcaram presença no Ninho de Pássaro. Integrantes das equipes brasileiras de vela e hipismo, em Qingdao e Hong Kong, respectivamente, também participaram do desfile.
Na coletiva de imprensa concedida nesta sexta em Pequim, Scheidt afirmou que foi uma “honra” ser o escolhido para carregar a bandeira do Brasil.
“Sentir a grandiosidade dos Jogos na cerimônia de abertura dos Jogos pode ser a dose de energia para a gente competir bem”, disse o paulista, que correrá na classe star ao lado de Bruno Prada.
Scheidt participou das cerimônias de abertura nos Jogos de Atlanta (1996), Sydney (2000) e Atenas (2004).
“Foram momentos muito emocionantes para mim. Ir à cerimônia de abertura faz parte dos Jogos, mas desde que não atrapalhe o esquema de treinos”, afirmou.
O velejador não foi o primeiro representante brasileiro da modalidade a ser porta-bandeira: Eduardo Souza Ramos teve a honra nos Jogos de 1984, em Los Angeles, e Torben Grael o fez em Atenas.