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Brasília

Deficientes visuais contam com ajuda de voluntários para leitura

Arquivo Geral

09/08/2010 8h12

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

 

“O leitor é o que lê para si, o ledor é o que lê para os outros”, explica Ana Consuelo Moraes, coordenadora do Clube do Ledor. A simplicidade do conceito não traduz o significado dessa ação para deficientes visuais. “A partir dessa atividade, vários deficientes visuais já passaram em concurso público. O desafio vem sendo superado aos poucos por causa dessa inclusão”, afirma André Ferreira, que participa das aulas de português da professora Jeanne Troncoso, no Clube do Ledor. 

 

 

A iniciativa é antiga. Desde 1992, o Clube do Ledor funciona na biblioteca braille do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEDV), escola da rede pública com atividades complementares para os deficientes visuais. O Clube do Ledor é mantido pela Associação de Amigos dos Deficientes Visuais (AADV), criada em 1986.

 

 

Durante todo o ano letivo, o clube recebe alunos do Distrito Federal, Entorno ou de qualquer lugar do País. “Tem alunos que nos procuram porque vão passar pouco tempo na cidade e querem uma atividade para realizar nesse período”, afirma Consuelo. Também não há restrição quanto às disciplinas. “Pode ser do primeiro, segundo, terceiro graus ou mesmo para concurso público. Agora mesmo, temos alunos se preparando para o do Ministério Público da União”, acrescenta. 

 

 

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (09) do Jornal de Brasília.

 

 

 

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