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Brasília

Crime desvendado: professora Christiane foi vítima de latrocínio

Arquivo Geral

03/05/2013 8h25

A Polícia Civil concluiu a investigação da  morte da professora Christiane Silva Mattos, 37 anos. Apontado como autor do crime e réu confesso, Walisson Santos Lemos, 23 anos, vai responder por latrocínio (roubo seguido de morte) com pena prevista  de 20 a 30 anos de reclusão, no Código Penal Brasileiro, e não como havia sido indiciado anteriormente, por homicídio qualificado, cuja condenação é de 12 a 30 anos de prisão.

 

Segundo a delegada Renata Malafaia, adjunta da 1ª DP (Asa Sul) e responsável pelo  caso, a pena é diferenciada. No latrocínio a condenação começa com 20 anos, enquanto no homicídio as provas levantadas pela investigação poderiam ser derrubadas  pela defesa do réu. “Ficou comprovado   que   Walisson matou a vítima para roubar”, afirma.

 

O fator determinante para a mudança foi a quebra do sigilo bancário de Christiane. O documento comprova que, no mesmo dia do crime,  o suspeito fez quatro saques (R$ 100, R$ 280, R$ 300 e  R$ 500),  num caixa eletrônico do BRB, em Santa Maria, onde mora, na conta da professora.

 

As câmeras do circuito de segurança  filmaram a chegada de Walisson usando um boné, a retirada de R$ 1.180 e o momento em que ele deixa a agência. Ele também roubou a aliança  de casamento e R$ 15 , após estrangular Cristiane no carro, no estacionamento 9, no Parque da Cidade.

 

Impressões digitais

As impressões digitais do suspeito, em um saco plástico, no carro, foram a pista principal para a localização dele, em Santa Maria, dois dias após a morte brutal. Walisson confessou a morte. Contou, porém, a versão de que estava no meio-fio do estacionamento e que Christiane teria parado o carro ali. Ele diz que houve discussão e que ele a teria matado no carro. A versão foi desmentida durante a investigação. 

 

A investigação dos agentes da 1ª DP (Asa Sul) confirma que, após matar Christiane,  Walisson teria ido e voltado de táxi, numa festa com a namorada. Pagou R$ 100 em consumação. A mulher achou estranho ele ter pago a despesa porque estava desempregado e por ele ter pedido à jovem para cuidar bem do filho caso acontecesse algo ruim com ele.

 

Segundo a delegada Renata Malafaia, a quebra dos sigilos telefônicos do autor e da vítima comprovou que o casal não tinha relação. No Parque da Cidade a professora reagiu para não ser morta e arranhou o pescoço dele.

 

A perícia encontrou pele do suspeito nas unhas da vítima. A confirmação foi feita por exame de DNA.  A família da professora não se recuperou da tragédia. O filho pequeno pergunta pela mãe diariamente. Plínio Marques, cunhado  de Christiane, diz ter certeza de que era um assalto e sabia que ela não conhecia o ladrão.

 

Família em prantos

A investigação dos agentes da 1ª DP (Asa Sul) confirma que, após matar Christiane,  Walisson teria ido e voltado de táxi, numa festa com a namorada. Pagou R$ 100 em consumação. A mulher achou estranho ele ter pago a despesa porque estava desempregado e por ele ter pedido à jovem para cuidar bem do filho caso acontecesse algo ruim com ele.

 

Segundo a delegada Renata Malafaia, a quebra dos sigilos telefônicos do autor e da vítima comprovou que o casal não tinha relação. No Parque da Cidade a professora reagiu para não ser morta e arranhou o pescoço dele. 

 

A perícia encontrou pele do suspeito nas unhas da vítima. A confirmação foi feita por exame de DNA.  A família da professora não se recuperou da tragédia. O filho pequeno pergunta pela mãe diariamente. Plínio Marques, cunhado  de Christiane, diz ter certeza de que era um assalto e sabia que ela não conhecia o ladrão.

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