Juliana Leão
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Os médicos disseram a Vilma Joaquina da Cruz que seu filho iria viver no máximo 30 dias. Ela teve um parto prematuro (sete meses) e ficou surpresa quando descobriu que seu bebê tinha má formação congênita. Cinco anos depois, Ronaldo Oliveira Freire Filho não só mostrou que é possível mudar um diagnóstico médico, como poderá ir além de qualquer expectativa. A prova disto é que, na próxima segunda-feira, Ronaldinho o Fenômeno, como ele ficou conhecido, vai pela primeira vez frequentar uma sala de aula.
Ronaldo permaneceu em uma UTI de um hospital até os seus três anos e meio. Com menos de dois anos vivendo ao lado de seus familiares, o garoto já pode ser considerado um vencedor por conseguir ir a uma escola. “Ele ensina todo dia para nós que é importante ter fé, alegria no coração e sempre olhar para a frente”, conta Vilma, que declara, orgulhosa: “O pessoal o chama de fenômeno porque ele é um milagre de Deus”.
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