Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Ana Lúcia Lessa, mãe do jovem de 15 anos espancado brutalmente na parada de ônibus da 710 Sul, foi mais uma vez ao Centro de Ensino Fundamental Caseb a convite do Conselho Escolar. Na presença dos pais e mestres, além de representantes do Batalhão Escolar e da direção da escola, ela fez a pergunta: “Por que ninguém acompanhou os meninos na ambulância, se eles retornaram ao colégio depois da violência?”. Para ela, que há seis dias acompanha a delicada situação do filho no Hospital de Base, houve omissão por parte da diretoria. A opinião dela é compartilhada pela conselheira tutelar da Asa Sul, Vivian Nobre.
Segundo Ana Lúcia, a escola falhou quando o filho e o primo, da mesma idade, que também foi espancado, procuraram o diretor naquela quinta-feira para dizer que haviam sido ameaçados. O diretor teria argumentado que “quem muito fala não faz” e dito a eles para não se preocuparem. Logo depois da saída do colégio, os dois foram encontrados na parada pelos seis agressores e espancados.
Leia mais na edição desta quinta-feira (8) do Jornal de Brasília.