O Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa do Distrito Federal realizará, na manhã desta sexta-feira (26), com a participação de frequentadores do Parque Bernardo Sayão, o plantio de diversas espécies de plantas locais. A iniciativa está marcada para acontecer a partir das 9h.
Urucum, jenipapo, jacarandá e ipês rosa, branco e amarelo são algumas variedades do grande número de exemplares que serão plantados na manhã de sexta-feira. A estimativa é de que, aproximadamente, 60 voluntários participem da ação, que é aberta à população, mas qualquer frequentador que estiver presente pode ajudar no plantio.
Esse será o terceiro evento da iniciativa de reflorestamento de parques urbanos organizada pelo Comitê em parceria com a Novacap, responsável por doar as mudas; o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), que doou água para a irrigação. O evento desta sexta-feira também conta com o apoio da Administração Regional do Lago Sul, que disponibilizaram o espaço.
De acordo com a presidente do Comitê, Rafaela Abrantes, o objetivo da iniciativa, é revitalizar a área e mudar a perspectiva sobre a utilidade do parque. “O local onde era lugar para jogar entulhos, lixos, hoje será lugar para receber árvores do cerrado”, declarou.
Até o momento foram plantadas mil mudas, mas a previsão é de que ao fim das futuras ações o número total chegue a duas mil. O próximo evento de reflorestamento está marcado para o dia 5 de março no Parque Três Marias em Santa Maria.
Parque Bernardo Sayão
Situado entre a SHIS QI 27 do Lago Sul e o Jardim Botânico, o local foi escolhido para a ação por sem bem localizado e muito frequentado pela comunidade. Além da demografia, a área é importante por possuir grande diversidade ambiental, lá existem diferentes trechos de vegetação, como campo, savana e mata de galeria, e também contém nascentes do córrego Rasgado.
Voluntariado Ambiental
???????Criado em 12 de novembro de 2020, o Comitê de Voluntariado Ambiental da Câmara Legislativa trabalha por meio do engajamento voluntário de servidores da Casa e de outros membros da sociedade civil. O programa visa a promover medidas para recuperar áreas degradadas, com a sua revegetação com espécies nativas e exóticas, conforme definições técnicas dos órgãos competentes; estimular o plantio de árvores nativas, além de realizar debates e palestras voltados para a educação ambiental. A atuação do voluntariado envolve, ainda, parcerias com entidades públicas e privadas.
Com informações da CLDF