Uma comissão de onze pessoas dos manifestantes da Universidade de Brasília (UnB) acabaram de se reunir com dois representantes da Casa Civil. Na Comissão, dez integrantes eram pessoas do DCE, ADUnB e Sinfunb, e ainda tinha uma pessoa da Sindcep, que apóia a causa dos anistiados do governo Collor. A reunião começou às 11h57 e ficou acertado de que as reinvidicações serão passadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Dilma Rousseff.
Durante o encontro, foi discutido que a URP não é um benefício adicional, mas que faz parte do salário dos funcionários. Os manifestantes deixaram claro que não estão pedindo aumento ou reajuste salarial, apenas buscam evitar que um benefício que já faz parte do salário deles seja retirado. De acordo com Rodrigo Dantas da ADUnB, as atividades da UnB não voltam com o corte de 25%.
O assessor direto de Dilma Rousseff, Álvaro Baggio, garantiu que as reivindicações irão chegar até a ministra-chefe da Casa Civil. Ele também reconheceu o mérito do pedido dos protestantes. Além disso, prometeu lutar para resolver o empasse da melhor forma possível para ambos os lados.
Neste momento, os integrantes da comissão tentar articular para que os outros manifestantes possam entrar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), já que eles ficaram todos do lado de trás do portão do local. A negociação está sendo feita com a equipe de segurança. Eles apenas querem ficar até mais ou menos 20 metros para poder concluir o ato.