A primeira fase da campanha contra febre aftosa, obrigatória para criadores de bovinos (bois e vacas) e bubalinos (búfalos), que começa amanhã e vai até 31 de maio no Distrito Federal, tem o objetivo de assegurar a qualidade sanitária dos alimentos de origem animal.
“A relevância econômica do combate à aftosa é imensa, pois, se um único caso for registrado, paralisa as exportações de carne de todo o Brasil. Temos de zelar pela saúde dos nossos animais e pela qualidade da nossa produção”, ressaltou o subsecretário de Defesa e Vigilância Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Márcio de Andrade.
A Secretaria de Agricultura tem como meta a vacinação de 100% do rebanho. Na última campanha, a imunização atingiu 98%. O DF possui cerca de 100 mil cabeças de gado e 3 mil criadores. A maior concentração está nas regiões agrícolas de Planaltina e do Paranoá.
VACINAÇÃO – O criador deve transportar a vacina dentro de uma caixa de isopor e manter a temperatura entre 2°C e 8°C. Devem ser aplicados 5ml no pescoço do animal, pela via subcutânea (embaixo da pele) ou intramuscular (dentro do músculo). O produtor precisa informar corretamente, na declaração de vacinação, a quantidade e idade dos animais imunizados. As seringas automáticas têm de ser mantidas no gelo entre uma aplicação e outra.