Jéssica Antunes
jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br
O ato de policiais, que bloqueia o acesso ao Complexo da Polícia Civil, prejudica a remoção de corpos do Instituto Médico Legal. Em protesto por paridade salarial com policiais federais, a categoria impede o acesso de todos. A situação também prejudica a inauguração do novo Núcleo de Audiência de Custódia, marcada para a manhã desta sexta-feira (19).
Aos prantos, Roseli Cristina, de 50 anos, não consegue pegar o corpo da mãe, que será enterrada às 15h desta sexta. O carro da funerária contratada pela família está preso no congestionamento causado pelo bloqueio. “Ninguém vai entrar, pega o corpo mais tarde”, disparou Rodrigo Franco, presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol).
- Breno Esaki/Jornal de Brasília
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Durante o ato, houve um princípio de confusão. Discussão entre quem queria entrar no complexo e os sindicalistas, que se negam a abrir passagem. A orientação da entidade é deixar o carro do lado de fora: “ninguém entra”, diz. A Fila de carros já chega a cerca de 60 metros.
Ontem, o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) se encontrou com representantes do governo, mas não conseguiu resultado na reivindicação por aumento salarial. Sem negociação, a entidade convocou protesto para esta sexta-feira, com direito ao Criminômetro, que contabiliza as ocorrências registradas no ano e já supera 639 mil casos, e o boneco inflável satirizando o governador Rodrigo Rollemberg.
Vídeos mostram confusão







