O chefe da Comissão Médica do Comitê Olímpico Internacional (COI), Arne Ljungqvist, mostrou indignação a respeito da demora para se solucionar o caso das sete atletas russas acusadas de adulterar exames antidoping.
“Acho um pouco frustrante saber que a investigação deste tipo de sabotagem ainda está em andamento”, lamentou. “Isso é muito decepcionante”, completou Ljungqvist, que pediu para a Federação Russa de Atletismo investigar o caso.
“Obviamente, os dados são convincentes. As análises de DNA são 100% garantidas, portanto, se as urinas não pertencem às atletas, então, certamente há uma resposta para a história”, afirmou o membro do COI, insinuando que deve existir um ‘sistema de doping’ por trás do caso.
O escândalo russo, divulgado na semana passada, conta com a presença da maratonista campeã mundial de meia-maratona, Yelena Soboleva, que era uma das mais cotadas para os ouros olímpicos nos 800m e 1.500m em Pequim.