Devido à poluição que tem amedrontado muitos esportistas de todo o mundo, após o desembarque da delegação brasileira de natação em Pequim, nesta segunda-feira, alguns atletas do País colocaram máscaras e não as retiraram nem quando estavam diante dos fotógrafos. A exceção foi César Cielo, que justificou sua atitude comparando a capital chinesa com a capital paulista.
“Para quem vive em São Paulo, como eu, aqui está tudo bem”, falou o nadador, que disputará as provas dos 50 e 100 metros livre, sendo que tem chances de subir ao pódio. “Não acredito que, quanto à poluição, Pequim seja pior do que a cidade onde moro”, completou.
Os atletas receberam a máscara para barrar o ar poluído de Pequim juntamente com o uniforme que a delegação brasileira usará nos Jogos. De acordo com as recomendações, o utensílio deverá ser usado todas as vezes que os atletas considerarem necessário.
Na última semana, a capital chinesa viu a névoa de poluição que cobria o céu se dissipar, isso graças às chuvas que caíram na cidade recentemente e ao vento. Assim, os organizadores dos Jogos estão mais otimistas, pois, ao que tudo indica, não precisarão mudar as datas e horários das provas ao ar livre, medida que seria tomada caso os níveis de poluição não abaixassem.