A China está sendo acusada de apoiar a crise de Darfur, no Sudão, local onde, de acordo com organizações humanitárias, está ocorrendo atualmente um genocídio. Entretanto, o governo chinês diz ‘não poder aceitar’ as acusações.
O Sudão, país com que a China possui boas relações diplomáticas, é acusado de ser cúmplice das violências que já retiraram a vida de milhares de pessoas pertencentes à minoria religiosa cristã. Preocupados com a situação em Darfur, vários grupos humanitários ameaçaram fazer um boicote às Olimpíadas.
A China, por sua vez, rebate as acusações que sofreu. “A comunidade internacional sabe muito bem que a China tem desenvolvido um papel positivo e construtivo. Ligar Darfur às Olimpíadas é uma tentativa de politizar os Jogos, o que viola o espírito olímpico”, declarou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Jiang Yu, em uma coletiva de imprensa em Pequim. “Posso dizer que tanto o processo de diálogo, quanto a atuação das forças de paz estão registrando progressos”, finalizou a porta-voz.
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A China, por sua vez, rebate as acusações que sofreu. “A comunidade internacional sabe muito bem que a China tem desenvolvido um papel positivo e construtivo. Ligar Darfur às Olimpíadas é uma tentativa de politizar os Jogos, o que viola o espírito olímpico”, declarou a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Jiang Yu, em uma coletiva de imprensa em Pequim. “Posso dizer que tanto o processo de diálogo, quanto a atuação das forças de paz estão registrando progressos”, finalizou a porta-voz.
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